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Julgamento de mulher acusada de matar ex-companheira será nesta terça-feira

Matéria publicada em 15 de julho de 2019, 07:41 horas

 


Corpo de Vera foi encontrado no quarto de hotel
(Foto: Arquivo)

Volta Redonda– O Juiz da 1ª Vara Criminal de Volta Redonda Ludovico Couto Colacino vai presidir a partir das 10h, desta terça-feira (16),  o julgamento de Eliésia da Silva. Ela é acusada de matar a ex-companheira, a professora de artesanato, Vera Lúcia de Oliveira Alves, de 56 anos.

O corpo da vítima foi encontrado no dia 28 de fevereiro de 2015, no quarto de um hotel, no Centro de Volta Redonda. A ré não aceitou o fim do relacionamento do casal, segundo um parente de Vera.

Na época, o assassinato foi apurado pelo então delegado Alsidésio Bispo Júnior.  O policial contou que as duas mulheres tiveram uma discussão por motivos ligados ao relacionamento.

– Eliésia disse que perdeu a cabeça durante a discussão, agarrou no pescoço da vítima com muita força porque estava com raiva. Vera perdeu os sentidos. A vítima era bem mais forte que ela e não havia no local do crime sinais de luta corporal e pelo menos não sinais aparentes de asfixia por esganadura, a gente acredita que a vítima foi dopada de alguma forma.  Vera foi encontrada com um travesseiro no rosto – contou o delegado, na ocasião.

Eliésia aguardou o julgamento em liberdade.  “Vera foi morta de forma brutal, chegado a ser atacada por um objeto contundente que afundou sua face. Esse objeto não foi encontrado no local do crime. O laudo de necrópsia revelou que Vera foi asfixiada por esmagadura”, disse a parente da vítima, acrescentando que a família clama por justiça.

 

 

 

 


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5 comentários

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    O mais interessante é que ela está a espera do julgamento em liberdade, uma pessoa com coragem de matar desta forma pode aguardar livre? Poderia ter matado mais um monte se quisesse.

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    Ué, cadê a palavra “feminicídio”?

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      É sério isso, Marcus? Você acha mesmo decente fazer ironia com algo tá sério? Veja quantas mulheres são assassinadas diariamente por companheiros homens e depois veja quantas são assassinadas por companheira mulher. Mais empatia, Marcus!

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      Barramansense, vc não acha q está “querendo demais” não? Sujeito tosco como esse, nesse “nível” de argumentação “boçalnariana” vc quer empatia e racionalidade ? Mais fácil vc tentar convencer uma porta a abrir ao contrário.

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      Marcus isso mesmo que a palavra “feminicídio” o povo é ignorante e recusa em ver a realidade ou fazer uma pesquisa no google, para ver que existe milhares de casos que parceiras matam a outra, mas é claro que os homens ultrapassa estes números por terem mais casais héteros do que casais gays, são números que não podem ser comparado, mas este tipo de crime está na hora de ter um pouco de atenção, igual as mulheres gays nos metrôs do rio de janeiro, minha amiga vai direto no vagão das mulheres e ela passou a usar o vagão dos homens, porque ela não aguenta mais ser assediada por outras mulheres gays e que ultrapassa a barreira do conforto, mas as mulheres presente em tal vagam se recusam a enxergar e assumir que isso esta acontecendo em seu vagão “feminino” a sociedade esta doente e cega.

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