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Número de acidentes de trânsito sem vítimas em Volta Redonda cai em 2015

Matéria publicada em 5 de janeiro de 2016, 17:33 horas

 


Durante todo o ano passado, foram 2.632 atendimentos do Brat (Boletim de Registro de Acidentes de Trânsito), com uma média mensal de 220, enquanto em 2014 foram 3.201, com 250 por mês em média

Volta Redonda – A Guarda Municipal de Volta Redonda (GMVR) realizou, durante todo o ano passado, 2.632 atendimentos do Brat (Boletim de Registro de Acidentes de Trânsito), com uma média mensal de 220. O número é inferior ao registrado em 2014, quando foram registrados 3.021 Brats preenchidos pelos agentes, com média de 250 por mês. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (5).

O Brat teve início em agosto de 2009, quando os guardas municipais substituíram os policiais militares no registro dos acidentes de trânsito sem vítimas, de acordo com as estatísticas do Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), somam mais de 90% dos casos.

Sem vítima: Acidente no viaduto da Radial Leste, sobre o bairro Vila Americana, terminou na prisão de um foragido da Justiça (Foto: Divulgação GMVR)

Sem vítima: Acidente no viaduto da Radial Leste, sobre o bairro Vila Americana, terminou na prisão de um foragido da Justiça (Foto: Divulgação GMVR)

No ano passado houve um caso que mereceu destaque: o GM Marques foi acionado para atender a um Brat ocorrido no viaduto da Radial Leste, sobre o bairro Vila Americana (foto acima). Como um dos envolvidos estava sem habilitação, o GM o conduziu à 93ª DP, cumprindo a medida administrativa prevista pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e lá os policiais descobriram que havia quatro mandatos de prisão contra ele e estava foragido da Justiça. Ele acabou ficando preso.
Desde o início do atendimento ao Brat, o serviço foi rapidamente absorvido pela GMVR e agradou em cheio a população, não só pela agilidade, mas também porque o Brat é digitalizado eletronicamente e está disponível no Portal VR para impressão (www.portalvr.com), dispensando o deslocamento até a sede da corporação para pegar uma cópia da ocorrência. Outro diferencial é que o Brat vem acompanhado de fotos do acidente, que os guardas registram com câmeras fotográficas digitais.
– Os acidentes com vítima não são atendidos pela GM porque caracterizam crime de trânsito, por isso continuam sob a responsabilidade da PM – esclareceu o comandante da GMVR, major Luiz Henrique Monteiro Barbosa, lembrando que a Polícia Militar ao deixar de atuar no Brat, fortaleceu o policiamento ostensivo na cidade.
O Brat feito pela GMVR possui ainda um programa de estatística dessas ocorrências, como os dias da semana em que mais ocorreram acidentes; os locais e os horários; os tipos de acidentes; as condições da pista e do tempo; sexo e idade do condutor e sintomas de embriaguez.
– Agora há o Brat eletrônico criado pela própria Polícia Militar, que entrou em funcionamento em 2014, causando uma diminuição na procura pelos serviços da GMVR, que acabou ajudando a deixar os guardas com mais tempo para tratar da fluidez do trânsito. O serviço pode ser acessado através do endereço eletrônico www.ebrat.pmerj.rj.gov.br – informou o major Luiz Henrique.


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2 comentários

  1. Avatar

    É que a moda agora é bater e fugir, como tenho visto ultimamente…!

  2. Avatar

    Um trânsito que não flui, média de 30 km/h onde até uma bicicleta é mais ágil. É fácil explicar o motivo da diminuição de vitimas. Porém é um martírio dirigir em VR. Evito os horários de pico e procuro sair somente quando é necessário contrario de muitos que vão até na padaria da esquina de carro

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