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Operação Égide dá um novo impulso à atuação da PRF

Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2018, 15:00 horas

 


Sul Fluminense – Segundo a própria Polícia Rodoviária Federal, a operação Égide deu um novo impulso no trabalho desenvolvido pela PRF durante as operações de apreensões de armas como também de outras ações de combate ao crime organizado. De acordo com a Assessoria Nacional de Comunicação Social da PRF, ela deu impulso na medida em que possibilitou estabelecer por meio de aporte de recursos para investimento e custeio, modelo de policiamento, baseado em análise de inteligência policial e cinturões de policiamento em torno do estado do Rio de Janeiro, cobrindo com isso novas rotas desde a fronteira. E como consequência da operação Égide, que ocupa parte da Dutra em SP e RJ, e com foco nas rotas de tráfico de armas e drogas, já apreendeu, desde o início da Operação em julho de 2017, 646 armas de fogo.

Segundo a assessoria nacional da PRF, o aumento no número de apreensões de armas no trecho da rodovia Presidente Dutra se deve a diversos fatores, além da possibilidade de aumento do tráfico de armas por rodovias federais, também tem o fato de o incremento da expertise da fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, com o uso de ferramentas de tecnologia, monitoramento de rodovias e uso de inteligência policial, propiciando dessa forma o aumento nas apreensões de armas e munições.

Vistoria: Agentes da Polícia Rodoviária Federal agem para evitar transporte de drogas e armas (Foto: Arquivo)

Vistoria: Agentes da Polícia Rodoviária Federal agem para evitar transporte de drogas e armas (Foto: Arquivo)

A PRF também esclarece não ter informações concretas sobre aumento de rotas terrestres para o tráfico de armas.

Já em relação ao destino das armas apreendidas, a PRF informou que o armamento, quando apreendido, faz parte do processo judicial e, de acordo com legislação específica (O Decreto 8.938 diz que as armas apreendidas serão encaminhadas pelo juiz competente ao Comando do Exército, no prazo máximo de 48 horas, para destruição ou doação aos órgãos de segurança pública ou às Forças Armadas). Porém elas podem ser solicitadas pelas instituições que fizeram a apreensão ou, no caso de não haver interesse por esta, por outras instituições de segurança pública.

A Assessoria Nacional de Comunicação Social da PRF destaca que o Planejamento é a palavra chave para a continuidade do sucesso da operação, com a concatenação dos objetivos das mais diversas áreas internas da PRF em prol da sociedade, e tudo baseado no uso de inteligência e profissionalismo.

 


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