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Operação em Angra dos Reis prende dois suspeitos de tráfico, um de homicídio e apreende drogas

Matéria publicada em 22 de março de 2018, 08:46 horas

 


Exército faz operação no Frade, em Angra dos Reis (Foto: Enviada por WhatsApp)

Exército faz operação no Frade, em Angra dos Reis (Foto: Enviada por WhatsApp)

Angra dos Reis – Cerca de 1.700 homens das Forças Armadas e das polícias Civil, Militar, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fizeram uma operação nesta quinta-feira (22) no Frade. Foram feitas ações de cerco, estabilização da área, desobstrução de vias e cumprimento de mandados de prisão. A operação resultou na apreensão de 60 quilos de maconha, 140 pinos de cocaína. Foram apreendidos ainda 30 mil pinos para acondicionar cocaína. Dois suspeitos de tráfico de drogas e um de homicídio, que já tinha um mandado de prisão contra ele, foram presos.

Segundo delegado, foram apreendidas cerca de 60 quilos de drogas (foto: Enviada por WhatasApp)

Segundo a polícia, foram apreendidas cerca de 60 quilos de drogas (foto: Enviada por WhatasApp)

Guerra de facção

A ação no Frade nesta quarta-feira (22) foi devido aos intensos tiroteios entre traficantes de facções criminosas rivais, já que o bairro é um dos principais redutos da venda de drogas do município. Em outubro de 2017, o delegado titular da 166ª DP (Angra dos Reis), Bruno Gilaberte, investigou a denúncia de que milicianos ocuparam Frade e expulsaram traficantes de uma facção que comandava a venda de drogas. Na ocasião, o policial admitiu que ocorreu uma tentativa de “tomada de poder” no bairro.

Na época, vários áudios divulgados em redes sociais informavam que João do Antares, do Rio, com o apoio de “Todynho”, chefe da milícia em Angra dos Reis, teria dado um golpe no Comando Vermelho (CV) e iria invadir o Frade.

Repressão ao tráfico

A tentativa de reprimir a guerra do tráfico já resultou em diversas operações em Angra dos Reis. Uma outra operação foi feita no Frade, em fevereiro deste ano, por agentes do Bope que foram recebidos a tiros por bandidos que os confrontaram. Dois suspeitos de tráfico foram baleados e chegaram a ser levados para o Hospital de Praia Brava, mas morreram.

Na mesma ação, policiais do Bope e do Batalhão de Choque (BPChq) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC) ocuparam também os bairros Sapinhatuba, Belém, e Areal, devido a bandidos de facções criminosas rivais estarem em confronto pelo controle do tráfico de drogas em favelas da região.

Na capital

Na Vila Kennedy, na zona oeste do Rio, as operações das Forças Armadas prosseguiram nesta quinta-feira (22). Além de 1.382 militares, participaram das ações 270 policiais militares, 50 policiais civis e 19 policiais rodoviários federais, com o apoio de blindados, aeronaves e equipamentos de engenharia (para retirada de barricadas).

Algumas ruas e acessos chegaram a ser interditados nas áreas das ações. O espaço aéreo sobre as regiões de atuação dos militares também foi controlado, com restrições temporárias para aeronaves civis, mas sem interferir nas operações dos aeroportos. As operações fazem parte das medidas implementadas pela intervenção federal na segurança pública do Rio.

 

 

 

11 comentários

  1. Sobe lá, se embrenha no mato, vai ver se é fácil prender essas ratazanas que na maioria das vezes tem conivência e ajuda de moradores.

  2. O melhor é deixar essa sociedade mer*a na mão da vagabundagem mesmo, só sabem reclamar, nunca tá bom. Tem mais é que se fud*** mesmo. Se tá ruim assim, é melhor voltar a ficar com vagabundo na porta de casa esculachando vc e sua família, roubando o seu carro, matando inocentes.

  3. Do ponto de vista econômico, o combate ao tráfico não compensa. Mas do ponto de vista da saúde pública….

  4. ze pilantra do agreste

    só isso o prejuízo do que foi apreendido não cobre o custo da operação

  5. 1700 homens e prenderam quantos traficantes?
    silêncio.

  6. Quero ver prender os traficantes que invadiram e expulsaram moradores de suas casas. Muita gente perdeu tudo para esses vagabundos e ninguém fez nada, nem a vereadora morta, nem o Marcelo freixo “frouxo”, nem o pessoal dos direitos humanos, onu e pqp.

    • As forças armadas foram no local. Alguém fez alguma denuncia?
      Enquanto a população for conivente com o tráfico nada vai mudar. Não adianta esperar milagre. E só reclamar do estado.
      Cada um tem sua parcela de culpa no que esta acontecendo. Desde o usuário até o vizinho que vê tudo e não fala nada, porque não importunam ele.

    • Ninguém denúncia, pq sabe que a polícia vai embora e o tráfico volta e mata o cidadão. Não é conivência, é medo de morrer, por ter um estado ineficiente.

  7. é isso aí… o Frade se transformou em uma favela, local ideal para formação de bocas-de-fumos.

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