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Alerj discute nesta terça mais seis projetos de corte de gastos do governo

Matéria publicada em 22 de novembro de 2016, 09:05 horas

 


Rio- A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) discute nesta terça-feira (22) mais seis dos 21 projetos do pacote de medidas de corte de gastos do governo estadual. Entre as propostas que serão debatidas estão o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o adiamento do aumento salarial dos servidores para 2020.

O projeto de lei 2.242/16 prevê aumento da alíquota do ICMS para os serviços de telecomunicação, cerveja, refrigerante, gasolina e energia elétrica.

Já o projeto de lei 2.245/16 adia para o ano de 2020 os aumentos salariais aprovados em 2014, que entrariam em vigor em 2017, 2018 e 2019. A medida afeta os policiais civis, militares, agentes penitenciários e auditores da Receita Estadual.

Outra proposta prevê a extinção dos programas sociais Renda Melhor e Renda Melhor Jovem, criados em 2011 para complementar o Programa Bolsa Família no estado do Rio de Janeiro.

Outros três projetos preveem a regulamentação da notificação eletrônica da Fazenda Estadual, a extinção dos institutos estaduais de Engenharia e Arquitetura (Ieea) e de Assistência dos Servidores do Estado (Iaserj). Assim como aconteceu com os quatro projetos discutidos na semana passada, eles devem receber emendas parlamentares e só deverão ser votados em dezembro.


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6 comentários

  1. Eu alertei aqui inúmeras vezes para não votarem no PMDB, PT, PSDB, DEM, PP, PPS, etc. Agora aguentem!

    Aos empresários favor não repassarem os aumentos, pois é inflação na certa. Aí piora muito mais.

    Solução? Não votar em desqualificados para o Setor Público.

  2. Corta os supersalarios do judicatório. Corta as mordomias do legislativo. Ai sim depois terão vergonha na cara e chegarão a conclusão que o servidor ja vem sofrendo muito com esse desgoverno corrupto.

  3. Ou seja CORTAR só dos funcionários e órgãos públicos do Executivo. Legislativo e Judiciário, vai ficar assim do mesmo jeito ? Qualquer bundão tem direito a carro com motorista, diárias, viagens, e outras COISITAS mais. Podem anotar ai, se não ARROCHAREM nos TRÊS PODERES, o caldo vai entornar. O movimento pedindo INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL, cresce a cada dia. O negócio é REZAR, amigos, rs.

  4. O aumento do ICMS sobre a energia é tiro no pé. Luz elétrica é custo fixo tanto para empresas quanto para indivíduos, um aumento nesse custo significa retração econômica. O cara paga o imposto na energia, mas deixa de pagar no sapato, na roupa, numa carne, brinquedo, etc. A empresa deixa de vender e não investe. No final das contas, a arrecadação acaba sendo menor…

    • Com relação às bebidas alcoólicas e refrigerantes, acho válida, pois são supérfluos. Deveria valer também para cigarros, enlatados, produtos “gourmet” e artigos de luxo…

  5. Além de aumentar impostos e principalmente o ICMS que é um dos mais caros do país e menos retorno dá aos cidadãos não li nenhuma notícia de corte aos benefícios dos políticos, de cargos comissionados,etc?
    Somente a população mais carente e assalariada é quem carregará os desmazelos dos dirigentes ns costas….
    O povo não está mais aguentando e uma hora o caldo vai entornar!

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