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Audiência Pública debate sistema de estacionamento rotativo de Resende

Matéria publicada em 12 de julho de 2015, 20:43 horas

 


Vereadores Tiago Forastieri e Mirim foram os autores do requerimento para a realização do debate

Em discussão: Sistema de estacionamento rotativo de Resende é objeto de debate

Em discussão: Sistema de estacionamento rotativo de Resende é objeto de debate

 

Resende –  A Câmara Municipal de Resende realiza nesta quarta-feira, dia 15 de julho, às 19 horas, mais uma audiência pública, desta vez para debater as reclamações dos usuários quanto ao sistema de estacionamento rotativo em funcionamento nas ruas de Campos Elíseos, Bairro Comercial, Centro e Manejo. O encontro acontecerá no plenário do poder legislativo, no Centro Histórico. A realização desta audiência pública é proveniente do requerimento número 064/2015, de autoria dos vereadores Tiago Forastieri (PSC) e Mirim (Solidariedade), mas que foi assinado por todos os demais parlamentares.

A audiência pública é aberta à participação de todo e qualquer cidadão, incluindo autoridades públicas e representantes de segmentos organizados da sociedade. Entre as autoridades convidadas e relacionadas no requerimento do encontro estão os secretários municipais Reynaldo Raeli (Comércio), Renato Viegas (Fazenda) e Bira Ritton (Governo); os superintendentes da Prefeitura de Resende, Ney Arataú (Ordem Pública) e Alcides De Carli (Transporte e Trânsito); o comandante da Guarda Municipal, sargento Wilton Xavier, além dos presidentes André Amendôla (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Marcelo Duarte (Associação Comercial, Industrial e Agropecuária) e os diretores da empresa responsável pelo sistema de estacionamento rotativo.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Mirim (Solidariedade), explica que a realização desta audiência pública é decorrente das reclamações transmitidas aos vereadores pelos usuários das vagas do estacionamento, as quais foram transformadas em várias proposições aprovadas no plenário do poder legislativo, com pedidos de informações a respeito do serviço. Entre os autores destas proposições, estão os vereadores Kiko Besouchet (PP), doutor Irâni (PROS), Davi de Jesus (Solidariedade) e Tiago Forastieri (PSC).

– As falhas apontadas pelos usuários foram temas também de diversos pronunciamentos nas sessões deste ano e do ano passado, o que reforçou a deliberação soberana do plenário da Câmara Municipal de Resende pela realização desta audiência pública. O poder legislativo está cumprindo o seu papel de fiscalizar os serviços prestados ao cidadão, e durante o encontro dessa quarta-feira vamos ainda buscar respostas das autoridades competentes no sentido de encontrar soluções para os problemas apontados e contribuir para ajudar a resolver as deficiências – disse Mirim.

Os vereadores doutor Irâni (PROS) e Davi de Jesus (Solidariedade) vão reforçar também durante a audiência pública os requerimentos que já apresentaram e conseguiram aprovar no plenário, a respeito do cumprimento de duas leis de suas respectivas autorias, referentes ao estacionamento rotativo. Com relação à lei do doutor Irâni, o texto prevê o prazo de tolerância de dez minutos aos motoristas que ultrapassarem o tempo máximo de permanência na vaga (duas horas). Já a lei do vereador Davi de Jesus torna obrigatória a reserva especial de vagas para idosos e cidadãos com deficiência.

O roteiro das audiências públicas promovidas pela Câmara Municipal de Resende prevê, entre outras etapas, o pronunciamento das autoridades e convidados relacionados no requerimento de convocação. A partir disso, a palavra é aberta ao público, que pode fazer perguntas às autoridades e manifestar suas considerações sobre o tema do encontro. No final da audiência pública, o poder legislativo anuncia as medidas que serão adotadas com o objetivo de tornar realidade as reivindicações apresentadas durante a audiência pública.


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Um comentário

  1. Resende e várias cidades brasileiras tiveram as suas frotas de veículos aumentadas em decorrência da facilitação do prazo de pagamento de veículos.
    Ocorre porém que a maioria das cidades brasileiras não têm planejamento de espécie alguma em vários aspectos dentre eles o trânsito.
    Daí decorre que faltam vias e locais para os cidadãos estacionarem seus carros.
    O caminho mais fácil e barato encontrado foi “taxar” o uso das vias para aqueles que a usam para estacionarem seus automóveis principalmente àqueles que ficam o dia inteiro ocupando a vaga visto que em outros municípios muitas ruas viraram agências ao ar livre.
    Em outros países, o poder público ciente do problema preferiram investir na construção de edifícios garagens os quais possuem elevadores, banheiros públicos, iluminação, seguro e vigilância 24h logo o consumidor lá deixa o seu bem sem problemas.
    Em troca o município arrecada para a cidade a taxa de estacionamento.
    Aqui nas “Terras Tupiniquins” é diferente, não é mesmo?

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