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Câmara de Resende sabatina Secretário de Saúde

Matéria publicada em 7 de julho de 2017, 21:26 horas

 


Prestando informações: Secretário de Saúde conversou com vereadores (Foto: CMR)

Prestando informações: Secretário de Saúde conversou com vereadores
(Foto: CMR)

Resende – Convocado pela Câmara Municipal de Resende, o secretário municipal de Saúde Alexandre Vieira foi ao plenário da Casa na última quinta-feira, dia 6, prestar esclarecimentos sobre a situação do setor. A convocação foi feita a pedido do vereador Edson Peroba (PPS) e também teve como objetivo Informar a população e os vereadores de Resende sobre as propostas do atual governo para a pasta nos próximos anos.
Dados apresentados pelo secretário dão conta de o orçamento do município para a Saúde este ano é de cerca de 122 milhões – 27% a menos do que em 2014 – e que a Prefeitura tem restos a pagar da ordem de 8 milhões. Ele contou que a prefeitura gasta 40 milhões por ano com o Hospital de Emergência, que tem hoje 53 leitos, e que planeja aumentar o número de vagas no local.
Entre as medidas já adotadas nesse início de mandato, ele citou a contratação de médicos concursados para o Hospital de Emergência e a redução dos gastos com a UPA, que eram de R$ 1 milhão por mês e a previsão é de que cheguem ao patamar de R$ 750 mil de agora em diante. Em paralelo, Alexandre afirmou que o Hospital de Emergência passou a contar com um ponto eletrônico, para controlar a frequência dos médicos e demais funcionários. O secretário admitiu, no entanto, a impossibilidade de pagar as gratificações previstas em lei para os profissionais da instituição, citando a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Após a apresentação feita pelo secretário, teve início a fase das perguntas, da qual participaram todos os vereadores. Na oportunidade, o vereador Edson Peroba (PPS) afirmou que alguns profissionais do Hospital de Emergência recebem uma gratificação, e sugeriu que esse pagamento fosse revisto, de forma que todos os funcionários da instituição pudessem ser contemplados com algum valor adicional em seus salários.
A falta de medicamentos nos postos de saúde, o número reduzido de ambulâncias e os problemas enfrentados pela Santa Casa de Misericórdia de Resende também estiveram entre as críticas feitas pelos parlamentares. No encerramento do encontro, o secretário agradeceu à Câmara a oportunidade de expor as propostas do governo para o setor e afirmou que continua à disposição para novos esclarecimentos e para ajudar no que for possível.


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Um comentário

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    Enquanto em VR nenhum dos 21 vereadores ao menos acompanharam as apresentações das contas públicas da saúde e da PMVR.

    O que tem a dizer os eleitores desses 21 vereadores?

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