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CCJ da Alerj vota pela soltura de deputados presos na operação Furna da Onça

Matéria publicada em 21 de outubro de 2019, 18:15 horas

 


Decisão final será do plenário da assembleia e atinge André Correa, Marcos Vinicius Neskau e Luis Martins

Após decisão do STF, Alerj vai votar resolução que pode soltar três deputados estaduais presos

Rio – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta segunda-feira (21), projeto de resolução estabelecendo a soltura de cinco deputados presos na Operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato. O projeto será votado na terça-feira (22) no plenário.

A decisão foi tomada após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) se refere aos deputados estaduais reeleitos André Correa, Marcos Vinicius Neskau e Luis Martins.  Chiquinho da Mangueira e Marcos Abrahão foram presos na mesma operação, mas não recorreram ao STF, e a Mesa Diretora da Alerj decidiu não incluir os nomes deles no projeto de resolução.  Se a resolução for aprovada em plenário, os parlamentares serão soltos, mas permanecerão sem mandato.

Por cinco votos favoráveis à soltura e dois contra, a CCJ aprovou o projeto de resolução com três pontos: soltura dos deputados, afastamento dos mandatos e extensão da medida a outros dois parlamentares que não estavam citados em decisão da ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu ser atribuição da Alerj a soltura dos deputados.

A reunião da CCJ durou cerca de 4 horas. Votaram contra o projeto os deputados Luiz Paulo (PSDB) e Dr. Serginho (PSL). Votaram à favor todos os demais membros titulares da comissão: o presidente Marcio Pacheco (PSC), o vice e relator, Rodrigo Bacellar (SDD), Max (MDB), Jorge Felippe Neto (PSD) e Carlos Minc (PSB).

Para o deputado Luiz Paulo, a possível soltura dos deputados presos prejudicará a imagem do Parlamento perante a sociedade. “Qualquer ato da Assembleia Legislativa, se não tiver em consonância com o desejo da sociedade, pode prejudicar a imagem. E cada um vota segundo a sua consciência”, disse Luiz Paulo.

Nenhum dos deputados da CCJ que votaram favoravelmente à libertação dos colegas presos deu declarações à imprensa. A reunião foi fechada.

 

Com informações da reportagem de Vladimir Platonow para a Agência Brasil 


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8 comentários

  1. Avatar

    Aí eleitor, fica atento tem cara que vc votou aqui no Sul Fluminense e foi a favor de liberar corruptor. Nas próximas eleição seu voto vai fazer a diferença . Só verificar a lista a favor da corrupção e passar o rodo, não votar nestes caras!!!

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    É uma vergonha.
    Deveríamos tirar as crianças do Estado para não assistirem esses cenas.

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    Devem estar com o rabo preso também por isso votar RAM pela soltura.

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    Vamos pra rua sim. Lugar de bandido é na cadeia. Vamos parar o Rio de Janeiro.

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    Deveriam soltar todos parlamentares presos, soltar os corruptos incluindo o Lula e sua corja. Soltar todos os traficantes e outros bandidos. Voltar o que era e arrebentar de vez com esse país. De saco cheio. Aff !!

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    Vamos pra rua. No Chile, por muito menos, a capital está parada e os governantes Dr cabelo em pé.

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