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Coligação PRTB/PTN de Volta Redonda é a primeira da região a registrar candidaturas

Matéria publicada em 8 de agosto de 2016, 21:34 horas

 


Volta Redonda – A coligação “Volta Redonda Feliz”, formada pelo PRTB e pelo PTN, foi a primeira da região a registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. Até o início da noite desta segunda-feira (08), os únicos candidatos da região cujos registros aparecem no site da Justiça Eleitoral eram os 31 dessa aliança, que tem 30 postulantes do PRTB e um do PTN.
A coligação tem a expectativa de eleger três parlamentares em outubro e apresentou dez candidaturas de mulheres, de modo a atender às exigências da lei eleitoral, que determina que pelo menos trinta por cento das postulantes a cargos nas eleições proporcionais  (para vereador, nas eleições municipais, e para deputado estadual e deputado federal nas eleições gerais) precisam ser mulheres.
O PRTB está em negociações avançadas com o PMDB e deve anunciar nos próximos dias o apoio à chapa puro-sangue formada pela vereadora América Tereza e pelo delegado Antônio Furtado.

Com apenas 12% de vereadoras, país avançou pouco na equidade de gênero

O percentual de vereadoras eleitas no país nas últimas eleições municipais em 2012, de apenas 12%, revela que a equidade de gênero na política ainda está longe de ser alcançada. O assunto foi debatido nesta segunda (08), na capital paulista, no seminário Desafios para a Igualdade de Gênero nas Eleições Municipais de 2016. O evento foi promovido pelo Instituto Patrícia Galvão.
Segundo dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) e pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), em 2012 venceram as eleições 7,65 mil vereadoras (12% do total), contra 49,78 mil vereadores. Candidataram-se 134 mil mulheres (31% do total) e 286 mil homens.
— Um dos pilares da democracia é que as mulheres participem. As estimativas dizem que, no Brasil, levaremos 150 anos para atingir a paridade entre homens e mulheres. O país está entre os 60 com pior desempenho da presença da mulher no Parlamento — disse a pesquisadora Adriana Vale Mota, do Ibam.
A Lei de Cotas estabelece um percentual mínimo de 30% de mulheres no total de candidaturas à Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa e Câmara Legislativa do Distrito Federal. Cargos como prefeita, governadora e presidente, portanto, não estão incluídos.
Apesar disso, o percentual de mulheres ocupando cargo de prefeita foi impulsionado pela Lei de Cotas, tendo crescido nas últimas eleições. Em 2012, foram eleitas 665 prefeitas (12% do total), contra 4,95 mil prefeitos. Candidataram-se 2 mil mulheres (13% do total), contra 13 mil homens. Em 2008, foram eleitas 504 prefeitas, ou seja, 9,07% do total. Em 2004, eram 404 prefeitas (7,3% do total).
— Existe um crescimento, que, em tantos anos, é muito pequeno, não corresponde à capacidade das mulheres e ao desejo de se verem representadas. A política de cotas, indiretamente, trouxe um empoderamento das mulheres. Quando a gente começa a ser vereadora, também quer ser prefeita e ocupar outros cargos majoritários. Um efeito que acontece nas câmaras de Vereadores tem impacto também nas prefeituras — avalia Adriana.


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Um comentário

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    O PTN que era do Samuca acabou em VR?? Será que os outros PULARAM de partido como ele tbm??

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