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Servidores e polícia entram em confronto em frente à Alerj, onde é votado corte de gastos do governo

Matéria publicada em 6 de dezembro de 2016, 09:02 horas

 


manifestante

Foto: Enviada pelo WhatsApp

Rio de Janeiro – Centenas de servidores protestam em frente ao prédio da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na tarde desta terça-feira (06). A manifestação é contra a votação das medidas do governo contra a crise. Alguns servidores tentaram entrar no prédio por uma das laterais e gerado um tumulto.

O Batalhão de Policiamento de Grandes Eventos do Batalhão de Choque e da Força Nacional de Segurança estão no local e jogam gás de pimenta, gás de lacrimogênio e bombas de efeito moral nos manifestantes, que lançam rojões contra a PM. De acordo com as primeiras informações, seis policiais militares teriam ficado feridos.

No início da tarde, tiveram início confrontos entre policiais e manifestantes formados, em sua maioria, por policiais militares, policiais civis, bombeiros e agentes penitenciários.

O prédio da Alerj está cercado há duas semanas por grades de ferro e um grande contingente de policiais militares.

No momento, os policiais tentam dispersar os manifestantes jogando bombas. A situação no entorno da Alerj continua tensa. A maior parte dos comerciantes fechou as portas.

Dois projetos de lei do pacote de medidas de corte de gastos do governo do Estado do Rio de Janeiro serão votados  nesta tarde. Esses serão os primeiros dos 13 projetos que serão votados até o próximo dia 15.

Os deputados votarão os textos que tratam da redução dos salários de governador, vice-governador e secretários estaduais e da notificação eletrônica pela Fazenda Estadual.

Antes disso, porém, serão votadas duas medidas – propostas pelos próprios parlamentares – para reduzir os custos da Alerj: o fim da frota oficial da Casa e a realização de sessão solenes dentro do horário do expediente da assembleia.

Dos 22 projetos enviados pelo governo do estado para a Alerj, para lidar com a crise econômica, nove foram retirados de pauta. As 13 medidas restantes receberam 722 emendas de deputados.


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4 comentários

  1. Se forem eleitores do PSOL e PSTU de VR que votaram nulo para apoiar esses governos, pois não votaram contra, o quê estão fazendo na frente da ALERJ???

    Eleitor inteligente usa a urna e vota contra esses políticos e seus partidos que são contra o povo.

    Não esqueçam que os eleitos representam seus eleitores. Deviam ser o povo, mas os outros são “os vencidos” e eles não têm qualquer compromisso.

  2. Quando caminhoneiros fazem greve não pode dai o chicote estrala né mas servidor pode ficar esse tempo todo parado e pilhas e mais pilhas de processo pode ficar parado fudendo com a vida do trabalhador

  3. Sergio Moro armou o circo no pais. Colocou fogo na tenda. E já esta armando para em 2018 assistir toda desgraça do desfecho do seu espetaculo bem longe daqui.
    Showman. Poucos percebem isso. E já começamos a pagar por isso.
    E entendam crianças. A elite nunca vai tentar ajudar os peões.

  4. Sufocam, estrangulam os trabalhadores.Cortar na própria carne?Muito difícil!Entra a hipocrisia das emendas. Uma VERGONHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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