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Dilma se solidariza com violência sofrida por deputada em votação na Câmara

Matéria publicada em 8 de maio de 2015, 08:13 horas

 


A presidente Dilma Rousseff elogiou a atitude da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que foi ameaçada e disse ter sido vítima de violência durante votação no plenário da Câmara. Por meio de seu perfil no Twitter, a presidente prestou solidariedade à deputada e disse que, ao expor suas ideias na noite de ontem, Jandira foi ameaçada.

No momento em que os parlamentares pediam intervenções para que discutissem a Medida Provisória 665, que aumenta o rigor para a concessão de benefícios como o seguro-desemprego, a deputada diz ter sido agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP). Logo depois, o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) disse, em referência a Jandira: “Quem bate como homem deve apanhar como homem”.

“A política fica menor – com p minúsculo – quando é praticada com base no sexismo e no machismo”, opinou Dilma. Mencionando o perfil da deputada no Twitter, a presidenta completou: “você só engrandece a luta das mulheres na política brasileira. Avante, com força e fé”. E utilizou uma hashtag, sinal utilizado para classificar expressões na rede social, para dizer: “#JandiraMeRepresenta”.

Após o ocorrido, a deputada se manifestou, pelo Facebook, afirmando que irá acionar judicialmente Alberto Fraga pela “apologia inaceitável” à violência. “Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão”, escreveu a deputada.

Também posteriormente às discussões, Alberto Fraga disse que utilizou a expressão “apanhar no sentido político, no debate das ideias”. “Reafirmo uma postura que tem permeado minha vida pública e privada: não defendo e jamais defendi a violência contra a mulher ou contra qualquer pessoa”, explicou.

Roberto Freire, igualmente por meio do Facebook, disse que o contato físico com a deputada ocorreu durante “ríspido embate verbal” e em meio ao seu pronunciamento. “A deputada Jandira Feghali tentou me impedir de continuar falando, colocando sua mão à frente do meu rosto. Segurei seu braço, para que meu direito de me expressar não fosse cerceado. Se o fiz com força acima do aceitável, pedi de imediato desculpas a ela, inclusive da Tribuna da Câmara”, disse.


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10 comentários

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    Quando esta sra. fala que não DEFENDE violência contra qualquer pessoa, não é a realidade, pois convenhamos: quando faz uma lei que pune um homem que bate em uma mulher, mas não pune na mesma proporção uma mulher que bate em homem, isso incentiva o que???

    Somos todos iguais, brancos, pretos, homens, mulheres, juízes, garis, mas infelizmente SOMENTE NAS MINHAS PALAVRAS, pois a lei É DIFERENTE SIM, graças a esta senhora e a outros políticos que não tratam a todos de maneira igual.

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    Sempre a mesma escória e os mesmos mímimis… Dilma, PT, comunistas de merda…

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    Estes comunistas sempre achando que são os donos da verdade. Será que estão se espelhando em quem governa este País.

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    Numa coisa eu concordo com o deputado. Tem muita mulher que usa de sua condição para lograr vantagem, achando que suas porradas não gerarão revide (não violência física, por certo)… Devemos lembrar que a sociedade machista é que blinda as mulheres, porque no feminismo podemos e devemos considera-las como iguais, embora até um cão saiba que mulher e homem não é a mesma coisa…

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    E o PT sempre arrumando escudos para se defender da repugnância que acertadamente sofre pela sociedade, afirmando se tratar de ataques contra os “pobres”, “negros”, “homossexuais”, e agora utilizando-se das mulheres afirmando ser uma ação “machista”.

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    Ridícula esta tal de Jandira Feghali. Comunista de carteirinha, ela merece o INSIGNIFICANTE apoio de Dilma. Aliás, eles se merecem ! Arrgggghh

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    esse mulher e ridícula ele mexeu com ele e se acha no direito de ta certa ,ela e comunista e defende tudo que o povo não quer agora vem se fazer vitima ela tinha qe ir mora em cubar e sumir do nosso pais .

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    ÊTA POVINHO comunista

    Essa defensora dos comunistas devia ir junto com o Roberto Freire e levar os outros bandeiras vermelhas para Cuba, China, Coréa do Norte, etc e deixar o MEU BRasil em paz. Enquanto eles não vão, ela terá o mesmo destino da Maria do Rosário – ficará esquecida em alguma comissão, depois de perder milhares de votos nas urnas.

    Eu não defendo a violência, seja ela de que forma for. Um simples levantar de mão impedindo outro de falar já diz o quanto somos violentos. Se o outro tenta impedir esse levantar de mãos já é motivo para briga, né, Jandira?

    Já imaginou quem fala e gesticula ao mesmo tempo perto dessa mulher? Será briga na certa. Se ela vier em VR, eu quero estar noutra cidade me preocupando com minha estada registrada em documento. Ah, o mesmo acontecerá com a Maria do Rosário.

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    As agreções contra mulheres agora chegou a política. Será que nos querem ver mudas, acuadas e sem voz?

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    Ah, os comunistas…

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