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Executivo aguarda aprovação do Plano Diretor de Volta Redonda

Matéria publicada em 23 de junho de 2020, 19:50 horas

 


Após várias audiências públicas, prefeitura encaminhou projeto de lei à Câmara Municipal e aguarda aprovação

Volta Redonda – A revisão do Plano Diretor de Volta Redonda está em discussão desde 2017. Segundo a Prefeitura de Volta Redonda,  a construção do documento foi feita de forma participativa, envolvendo toda a população, através de quase 50 oficinas nos bairros e cerca 30 audiências públicas.

“Após todas essas etapas o documento, que será uma peça importante para a retomada da economia na cidade, foi encaminhado à Câmara Municipal para apreciação e aprovação”, afirma a Prefeitura em nota à Imprensa.

O prefeito Samuca Silva destacou que o município elaborou um Plano Diretor moderno, que visa preparar a cidade para a retomada econômica, melhorando as diretrizes da cidade.

– Todo o processo foi feito de forma participativa e o produto final foi fruto de um consenso entre todas as partes envolvidas. Enviamos para o Legislativo e aguardamos a aprovação. O Plano Diretor será fundamental para a retomada da economia e a demora em sua aprovação inviabiliza novos investimentos pós-pandemia – disse Samuca.

De acordo com o diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Volta Redonda (IPPU-VR), Sérgio Fernandes Protazzio, sem o Plano Diretor a cidade não tem um fluxo de crescimento. “Ele serve para direcionar o crescimento do município. Além disso, a nossa legislação hoje é fragmentada. A revisão do Plano será boa para todos, inclusive para o poder legislativo”, explicou.

O Projeto de Lei, resultante de todo o processo de revisão do Plano Diretor está na Câmara há mais de um ano. O material inclui propostas para a revisão das leis que regem os três principais eixos do Plano Diretor, que são: zoneamento, que define onde estarão áreas com vocação comercial ou residencial, áreas verdes e rurais; parcelamento, que trata da divisão de terras em lotes, definindo regras para tornar uma área não habitada em habitada; e edificações, que contém padrões para construções de acordo com o local que está dentro do município.


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5 comentários

  1. Avatar

    Será que esse plano diretor vai permitir que seja construído aqui edifícios sem limite de altura, ou seja, com tamanhos decentes?

    Não temos espaço suficiente e nosso território é bastante acidentado. Nossas regiões centrais cada vez mais ocupadas precisam ter a liberdade de construção de altos gabaritos.

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      Também acho os edifícios feitos por construtoras de VR de tamanho bem tacanho, quase que sobrados. Vc vai em Três Rios, Juiz de Fora, Viçosa, Muriaé, cidades com mercado imobiliário menos aquecido que VR, os prédios normalmente nunca tem menos de 15 andares, os novos pelo menos, e tem preços muito mais acessíveis que aqui. A Vila, centro econômico do Sul Fluminense, não ergue um prédio alto há décadas em seu núcleo comercial. Terreno caro e valorizado exige construções mais altas, pois cada unidade de apartamento dilui o preço dos imóveis.

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      Verdade.. Esses edifícios novos de pequeno porte numa área tão valorizada como VR

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      Justamente.. todas essas cidades que citou possuem construções muito mais alta que VR. Não sei o que acontece aqui, mas é impressionante..

  2. Avatar

    Vou descartar qualquer vereador que votar contra esse instrumento fundamental para a vida presente e futura da cidade e que impacta, ainda que indiretamente, a vida da população em geral, de empregos a qualidade de vida em seu lar e em logradouros públicos… Isso tem que ser votado com a máxima urgência, ainda que contenha eventuais vetos…

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