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Jorge Picciani pede licença e diz que só volta para Alerj em fevereiro

Matéria publicada em 19 de novembro de 2017, 16:23 horas

 


O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), comunica que vai tirar licença de suas atividades parlamentares a partir desta terça-feira (21/11), e só deverá retornar à Alerj em fevereiro de 2018, após o recesso de janeiro.

A razão imediata é o fato de querer se dedicar à sua defesa e à do filho, que permanece preso, e à sobrevivência da empresa de 33 anos da família. A empresa teve a conta bloqueada pela Justiça – apesar que arcar com gastos fixos como salário de funcionários, impostos, veterinários e alimentação dos animais.

Sobre os movimentos em curso para que ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi sejam afastados do cargo, Picciani disse que aguarda a decisão com serenidade e, se for o caso, vai recorrer.

Sem remuneração

Em nota, Alerj informou que a licença de Jorge Picciani não será remunerada, por força do art. 56, caput, III, aplicável a Deputado Estadual devido ao art. 27, § 1°, ambos da Constituição Federal,

Conforme determina o art. 252 do Regimento Interno da Alerj, o prazo máximo para a licença contínua é de 120 dias; ultrapassado esse período a vaga de deputado deve ser ocupada pelo suplente.

Durante o período de licença, o parlamentar fica afastado das suas funções parlamentares (no caso do presidente, também das funções administrativas que o cargo impõe), mas são mantidas todas as prerrogativas estabelecidas na Constituição (art. 53, § 2°, aplicável aos Deputados Estaduais por força do art. 27, § 1°, e aos Deputados Distritais tendo em vista o art. 32, § 3°, todos da Constituição Federal).

Na ausência de Picciani, seus substitutos são, nesta ordem, o 1º vice-presidente, Wagner Montes (PRB); 2º vice-presidente, André Ceciliano (PT); 3º vice-presidente, Jânio Mendes (PDT); 4º vice-presidente, Marcus Vinícius (PTB).


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11 comentários

  1. As cenas de safadeza explícita produzidas pela Alerj que chegaram ao clímax com a revogação da prisão de Jorge Picciani e dois comparsas transformaram em certeza a suspeita que se espalhou por todo o Brasil de que as eleições parlamentares de 2018 serão mais importante que a escolha do presidente e dos governadores!
    Seja quem for o sucessor de Michel Temer, o novo presidente terá menos poderes que o Legislativo, que hoje interpreta e aplica arbitrariamente as leis que antes apenas aprovava, que decide como será o Orçamento da União, que indica Ministros de Estado ou impõe ao presidente… Que chancela a indicação de ministros do STF, e que quando necessário acua o chefe do poder executivo com métodos criminosos…. Nem o maior dos estadistas conseguirá governar o Brasil com o Congresso semelhante com o que temos agora!!!

  2. Enquanto o povo não começar a matar esses vermes vão ficar aí tirando onda com a nossa cara…

    • Não devemos usar a violência física como ARMA contra os políticos…. Senadores e deputados são eleitos pelo povo, cabe ao eleitorado portanto usar a urna como ARMA, e fazer em 2018 a inadiável revolução pelo voto, a grande reforma política virá com a mudança radical da composição do Senado, da Câmara dos Deputados e das Assembleias, que os brasileiros honestos disputem vagas no poder legislativo, e que o povo negue o voto aos corruptos que infestam o Congresso e as Assembleias!!!

  3. Quá…quá…quá… vai refrescar nas férias pelas fazendas onde enfiou o nosso dinheiro..

  4. Além disso ainda são todos covardes assumem seus robôs malditos cuidado c a manhã nosso amanhã é uma nuvem não sabemos o q tem dentro q seja feita a justiça dos homens e d DEuZ

  5. DEPOIS QUE O POVO EXUGAR SUAS MAGOS NO CARNAVAL ELE VOLTA! POIS ELES ESTÃO DUROS E MENDIGANDO DIVIDAS DE CARTÃO DE CREDITO.SUJEITOS A QUALQUER ORDEM.DA ALERJ.

  6. Não volta nunca mais.

  7. Entendi , pois em feveriro o povo tupiniquim estará com beboda e carnaval e já nāo se importará com que fez.
    Parabéns muito inteligente!

  8. Eita vidão hem…manda até no judiciário rs que horror esse país

  9. licença pra destruir provas

  10. Quando eu vi o Picciani apoiando Dilma Roussef no segundo turno das eleições presidenciais, eu gritei: “Pega ladrão, pega ladrão, pega ladrão..”, mas como sou do povo não fui ouvido por ninguém!

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