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Mutuários do Santa Cruz assinam contratos do Minha Casa, Minha Vida

Matéria publicada em 16 de setembro de 2015, 08:38 horas

 


Neto: ‘Nunca vi um projeto com um alcance social tão grande’

Neto: ‘Nunca vi um projeto com um alcance social tão grande’

 

Volta Redonda –  As 240 famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida no bairro Santa Cruz (Residencial Gothardo Firmino Netto) deram mais um passo para a realização do sonho da conquista da casa própria: na manhã desta terça-feira (15) elas assinaram o contrato de aquisição do imóvel com a Caixa Econômica Federal, em reunião realizada na Ilha São João. Participaram do evento o prefeito Antônio Francisco Neto, o vice-prefeito Carlos Roberto Paiva, o secretário municipal de Ação Comunitária, Munir Francisco e representantes da Caixa Econômica Federal, entre outros.

O prefeito Neto ressaltou a importância do projeto para todos os envolvidos.

— Hoje é a realização de um sonho de vocês, mas também um sonho nosso. Nunca vi um projeto com um alcance social tão grande. Sempre que posso agradeço a todos os funcionários da CEF e à nossa equipe na Smac, pelo grande trabalho realizado. Muito obrigado a vocês — disse Neto.

O prefeito também anunciou na cerimônia que a entrega das chaves será no dia 22 de setembro, às 10h, no próprio condomínio. O vice-prefeito ressaltou que, além de beneficiar os futuros moradores, o projeto trouxe emprego e renda para a cidade.

— Estou vendo no semblante de todos vocês muita alegria. Este projeto do Governo Federal é um sonho realizado e também gerou muitos empregos em nossa cidade. Olhem o quanto isso é importante — disse Paiva.

A Secretaria Municipal de Ação Comunitária (Smac), em conjunto com a CEF, montou uma estrutura com várias mesas para o atendimento simultâneo das famílias, no pavilhão da Ilha São João. Para a dona de casa Leila Martins de Carvalho, 56 anos, moradora do bairro Água Limpa, hoje é dia de comemorar.

— Hoje estou realizando o grande sonho da minha vida, que é morar na minha casa. Atualmente, eu e meus três netos vivemos na casa do meu irmão, de favor. Saber que vamos ter um cantinho só nosso é um grande motivo para comemorar — disse Leila.

 

Apartamentos

 

As 240 famílias que irão morar no Residencial Ingá II deixaram de viver em áreas de risco e situações precárias em diversos bairros de Volta Redonda e passarão a morar em local com áreas de lazer, vagas rotativas de estacionamento, arborização e paisagismo em todas as áreas comuns. Os apartamentos possuem dois quartos, sala, cozinha banheiro e área de serviço. Os proprietários irão pagar prestações entre R$ 25 e R$ 80, em dez anos, à Caixa Econômica Federal.

O principal critério exigido é que as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único do Governo Federal; ter renda familiar entre zero e R$ 1,6 mil. Além disso, devem se enquadrar nas exigências nacionais e municipais que são: residir em área de risco ou insalubres; ter mulheres responsáveis pelo domicílio; ter menor renda per capita; morar em área de risco interditada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e demolida pelo Poder Público; e ainda contar com benefício eventual, como Aluguel Social – Municipal ou Estadual, sem residência para retorno. Com isso, a Prefeitura Municipal de Volta Redonda – em parceria com o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal – espera reduzir o déficit habitacional e, principalmente, erradicar as áreas de risco no município, trazendo mais qualidade de vida e segurança para a população.


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3 comentários

  1. Neto esta agradecendo as pessoas erradas, a CEF somente e cumpridora do projeto da DILMA, a Smac coitada somente faz as inscrições, VOCÊ TERIA QUE AGRADECER AO GOVERNO FEDERAL ESTE SIM, SEM ELE VOCÊ NÃO ESTARIA ENTREGANDO ESTAS CASAS.

  2. Alguma notícia dos 96 apartamentos do Jardim Cidade do Aço? Os contribuintes merecem saber porque aquele conjunto está parado, deteriorando e ninguém dá uma satisfação. São 96 famílias que sairiam da fila por uma moradia.

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