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Neto e Paiva apresentam obras de mobilidade urbana a sindicatos

Matéria publicada em 21 de agosto de 2015, 08:26 horas

 


Representantes de engenheiros e rodoviários ouviram explicações sobre cronograma do Plano de Mobilidade

 

Explicação: Paiva mostra a sindicalistas as obras do Arco da Centralidade (Foto: ACS)

Explicação: Paiva mostra a sindicalistas as obras do Arco da Centralidade (Foto: ACS)

Volta Redonda –  As obras viárias do Plano Diretor de Volta Redonda e o cronograma de discussões do Plano Municipal de Mobilidade Urbana foram apresentados nesta quinta-feira (dia 20) a representantes dos sindicatos dos metalúrgicos, rodoviários e engenheiros, em reunião realizada no gabinete do prefeito Antônio Francisco Neto (PMDB), com a presença do prefeito, do vice-prefeito Carlos Roberto Paiva (PT), do secretário municipal de Planejamento, Lincoln Botelho, e do presidente da Suser (Superintendência de Serviços Rodoviários), Paulo Barenco.

Os representantes ouviram as explicações sobre as obras viárias previstas no Plano Diretor de Volta Redonda – aprovado pela Câmara Municipal em 2008: o projeto vai criar o chamado Arco de Centralidades, unindo com corredores expressos de transporte coletivo os bairros Vila Santa Cecília, Aterrado, Aero Clube e Retiro.

Estão previstas a construção de três viadutos, uma ponte sobre o Rio Paraíba do Sul, 18 quilômetros de ciclovias, 15 quilômetros de corredores para o transporte coletivo, além de outras medidas, que ainda beneficiarão a circulação no bairro Aterrado – considerado hoje um “gargalo” no trânsito da cidade.

O encontro teve a participação do presidente do Sindicato dos Rodoviários, José Gama, o Zequinha; do diretor da Força Sindical e assessor do Sindicato dos Rodoviários, Luiz Rogério; do presidente do Sindicato dos Engenheiros, João Thomaz; do representante do Sindicato dos Engenheiros, Antônio Otávio Espíndola e do diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Carlinhos Santana.

 

Financiamento

 

De acordo com Paiva, o município já tem um financiamento aprovado pelo Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal de cerca de R$ 60 milhões para começar as obras aprovadas no Plano Diretor e as soluções previstas no Plano de Mobilidade Urbana para Cidades de Médio Porte.

Um projeto básico de engenharia foi apresentado pelo município para a aprovação do financiamento. Em 2013 o projeto básico foi habilitado pelo Ministério das Cidades e em 2014, aprovado pela Caixa Econômica Federal.

— A maior obra é o Arco de Centralidades. A ponte da Avenida do Canal no Aterrado, com a Radial Leste, beneficiará todo o trânsito do Voldac, Barreira Cravo, Pinto da Serra, Santa Cruz, pegando a Radial Leste e evitando a confusão do trânsito no Aterrado, acabando com esse gargalo — disse Paiva.

O presidente da Suser, Paulo Barenco, destacou que hoje mais de 100 caminhões por dia usam o trânsito do Aterrado, diminuindo, por exemplo, a velocidade de operação do transporte público.

— A velocidade operacional dos ônibus atualmente é de 12 km/hora. No mínimo deveria ter a velocidade de 20 km/hora. Um ônibus carrega 60 pessoas sentadas e retira 30 veículos das ruas, mas o transporte público tem que ganhar confiabilidade, com velocidade operacional, trajeto e horário que atenda aos usuários, que não querem ficar parados no trânsito — apontou.

O secretário de Planejamento, Lincoln Botelho, lembrou que o Plano Participativo de Mobilidade Urbana terá um conselho gestor com o poder de ouvir e interceder no que for necessário, onde 80% são representantes da sociedade civil e 20% representando o poder público municipal.

Paiva ressaltou ainda que está dialogando com rodoviários, metalúrgicos, empresários, motociclistas, ciclistas, usuários do transporte: “O objetivo é uma mobilização para uma discussão ampla com todos os segmentos interessados nas obras de mobilidade urbana”, salientou.

O vice-prefeito explicou ainda os objetivos do Plano Participativo de Mobilidade Urbana, que começa a ser elaborado no município. “Vamos privilegiar a mobilidade do pedestre, com acessibilidade; veículos não motorizados; transporte coletivo; além de discutir implantação de estacionamentos; sistema viário; e vários outros temas ligados à mobilidade para definir metas para os próximos 20 anos”, afirmou.


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10 comentários

  1. Volta-redondenses,vamos fazer campanha para que os salários dos vereadores de Volta Redonda também seja reduzido. A hora é agora…

  2. OBSERVANDO A FOTO, AO FUNDO PARECE MAIS TER SIDO UM BAILE A FANTASIA…. RIDÍCULO…. REUNIÃO PARA P….NENHUMA…. RODOVIA DO CONTORNO QUE REALMENTE RESOLVERIA O PROBLEMA, CONTINUA NO MESMO TAMANHO…. FALTA VONTADE POLÍTICA….

  3. Falar em mobilidade urbana em Volta Redonda tem que começar pela RODOVIA DO CONTORNO. O resto é conversa fiada…..

  4. Volta Redonda tem topografia e recursos parao VLT evitando ônibus na Vila , Amaral Peixoto, etc….
    Não sei o motivo de ainda não ter saído do papel.

  5. Ou sera outra rodovia do contorno. em mais de 20 anosi ate hoje nada pode ser outro hospital regional melhor nao acreditar

  6. enquanto não houver ciclovias para pedalar, continuarei a andar de carro. ônibus nem pensar.

  7. Deveriam ser mais ousados e modernos e partir para o projeto e implantação do VLT (veículo leve sobre trihos). No Rio, na zona portuária, o VLT já esta quase pronto para operar. Que façam as obras mas não esqueçam de planejar para o futuro pensando no VLT.

  8. Quase ao fim do mandato e ainda nas etapas de apresentação. Como sempre, tudo bonitinho…mas só no papel.

  9. Será que sai do papel???

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