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Paraty tem candidatos definidos para eleições suplementares

Matéria publicada em 24 de junho de 2019, 23:15 horas

 


Prazo de convenções terminou no último dia 23 e registro de candidaturas pode ser feito até sábado, dia 29

População de Paraty escolhe novo prefeito dia 4 de agosto

Paraty – Os candidatos a prefeito e vice-prefeito de Paraty, na eleição suplementar que será realizada em 4 de agosto, são Zezé Porto e Rodrigo da Banca (PTB), Ronaldo do Campinho e Gabriela Gibrail  (PT), Deco Minair e Professor Joel (PSDB), Luciano Vidal e Valdecir Ramiro (MDB), Lucas Aquino e Manuela Rangel (Avante) e Santos Coquinho e Claudinei Conti (PHS). Eles foram escolhidos nas convenções realizadas até o último domingo (23) e os registros de candidatura precisam ser feitos até o próximo sábado (29).
Os prazos foram definidos pelo TRE-RJ, que aprovou, na sessão do dia 6 de junho, o calendário das eleições suplementares para prefeito e vice de Paraty. Os candidatos eleitos em 4 de agosto exercerão mandato até 31 de dezembro de 2020. Somente estão aptos a votar na eleição suplementar os eleitores que possuíam domicílio eleitoral no município em 6 de março de 2019, desde que estejam em situação regular.
A partir de 29 de junho, último dia para apresentar o registro de candidatura, a 57ª Zona Eleitoral de Paraty funcionará em regime de plantão aos sábados, domingos e feriados.
A Resolução TRE-RJ 1.097/19 foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) na segunda-feira (10), com as regras e datas do processo eleitoral suplementar, como registro de candidaturas, início da propaganda eleitoral, impugnações, julgamento de reclamações e direito de resposta, recursos, prestações de contas e diplomação. Os eleitos que tiverem as contas de campanha aprovadas devem ser diplomados até 26 de agosto. A solenidade de posse dos eleitos é uma atribuição da Câmara Municipal.

Entenda o caso

O pleito suplementar ocorre devido à cassação da chapa formada pelo prefeito Carlos José Miranda e o vice, Luciano Vidal, ambos do MDB, por abuso de poder político nas Eleições de 2016. O TRE-RJ entendeu que a chapa havia sido beneficiada pelo uso irregular do programa “Paraty, Minha Casa é Aqui”. Em decisão unânime, o plenário do TSE confirmou a cassação, autorizando a realização de novas eleições, independentemente do trânsito em julgado da questão.


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