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Pezão comemora renegociação de dívidas com governo federal

Matéria publicada em 21 de dezembro de 2016, 19:54 horas

 


Rio de Janeiro 24-10-2016.Rio. Governador Pezão com o presidente Michel Temer na cerimonia de abertura do Rio Oil e Gas 2016. Foto Carlos Magno

Expectativa: Pezão espera que Temer sancione renegociação de dívidas e que Alerj ratifique acordo
(Foto: Arquivo)

Rio- O governador Luiz Fernando Pezão afirmou, nesta terça-feira (20), que a aprovação pela Câmara do projeto de renegociação das dívidas dos estados representa um avanço no processo de equilíbrio das contas estaduais. Empenhado pela aprovação, Pezão desembarcou nesta segunda-feira (19/12) em Brasília para pedir a votação do projeto. Na noite de ontem, esteve no plenário da Câmara, hoje pela manhã participou de reunião na residência oficial do deputado Rodrigo Maia, com representantes das bancadas, para discutir o texto, e, mais tarde, acompanhou as discussões na Câmara dos Deputados.
– Foi um avanço e alívio para o Rio e outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas. Eu e o governador Sartori estamos desde o fim de semana pedindo votos aos deputados. Deu certo. Conseguimos quórum e a aprovação. Agradeço muito aos parlamentares pelo empenho. Agora, estamos na expectativa da sanção do presidente Temer, e também que a Assembleia Legislativa ratifique o acordo. Mas estamos conscientes de que o governo federal exigirá contrapartidas dos estados para fazermos os ajustes – disse o governador.
Por 296 votos a 12, a Câmara aprovou a proposta de renegociação da dívida dos estados, com a inclusão do regime de recuperação fiscal. De acordo com o texto, o regime de recuperação fiscal suspende por três anos o pagamento da dívida de estados em calamidade fiscal, mas as contrapartidas serão determinadas por meio de projeto específico nas Assembleias Legislativas. O projeto também aumenta em até 20 anos o prazo para renegociação geral das dívidas de estados e do Distrito Federal com a União.
Os estados terão de aderir ao regime de recuperação fiscal e terão até 120 dias para aderir às novas regras e para aprovar as medidas nas Assembleias Legislativas. Sem as contrapartidas estabelecidas inicialmente pelo governo federal, caberá aos governadores discutir com as Assembleias propostas como a elevação de contribuição previdenciária.


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5 comentários

  1. Avatar

    Fez a dívida e agora não quer pagar ou seja pago mais tenho que tirar dos funcionários públicos e contribuintes com mais impostos assim fica fácil contrair dívidas. Vaza Pezão já era.

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    O que dizem os eleitores dele? Cadê os empresários que diziam antes das eleições que o “candidato da casa vai ajudar o Sul Fluminense” ? Eu alertei aqui para não votarem nele.

    Ele está rindo de nossa cara.

    Contraiu mais dívidas e ainda terá a obrigação de aumentar impostos “…caberá aos governadores discutir com as Assembleias propostas como a elevação de contribuição previdenciária.”

  3. Avatar
    José Luis dos santos

    Vai dar pra roubar mas.

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      Sempre da um jeitinho.

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      Se continuarem a votar no PMDB é certo o “jeitinho de roubar mais”.

      Um político só entra para o cargo mediante votos. Só podem usar a caneta ou fazerem negociações a favor ou contra o povo se estiverem nos cargos.

      Quem coloca eles nos cargos? Os eleitores.

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