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Presidente da Alerj propõe audiências públicas para debater situação do setor de plástico

Matéria publicada em 28 de setembro de 2021, 17:17 horas

 


Foto: Reprodução
Alerj vai discutir situação da indústria de plástico no Estado do Rio

Rio – O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado André Ceciliano (PT), participou, nesta terça-feira (28/09), de uma live para discutir políticas públicas e soluções para a Indústria de Material Plástico do Rio. No encontro, Ceciliano agendou uma reunião com o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro (Simperj), para o dia 07 de outubro. “Queremos fazer algumas rodadas de audiências na Alerj para que a gente possa apresentar um projeto de lei que solucione algumas dificuldades do setor”, afirmou Ceciliano.  O evento contou com o apoio do Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio e com a participação do deputado Waldeck Carneiro (PT).

O presidente destacou que a diferença de ICMS cobrado em outros estados pode prejudicar o crescimento do setor no Rio. “Com transparência e discutindo com a Fazenda, Ministério Público e Procuradoria Geral do Estado é possível resolver essa questão”, pontuou, referindo-se a um dos problemas apontados pelo setor.

“Quero agradecer o presidente da Alerj. Ele tem um compromisso com o desenvolvimento do Estado e com a atração de novas empresas. Temos um estudo completo do impacto da cadeia do Plástico no Rio e vou levar isso para a Alerj. Essa reunião já se tornou um grande marco com esse apoio do Parlamento”, frisou o Presidente do Simperj, Gladstone Santos.

Ceciliano lembrou que o Rio é o segundo estado da Federação que mais consome plástico, mas o sexto em transformação. “Com a chegada da petroquímica Rio Polímeros, em 2010, na Bacia de Campos, criamos a expectativa de que o Rio conseguiria atrair um grande polo no setor de plástico. No entanto, o que a gente viu foi a perda dos empregos que tínhamos no setor. Nos últimos 15 anos, perdemos cerca 35% das vagas”, informou.

Segundo dados do Simperj, a indústria de transformação de plástico gera 13.318 empregos, espalhadas em 485 empresas, pelo Rio. “Queremos voltar a atrair novas empresas e sem dúvida prestigiar as que estão sobrevivendo no nosso estado”, disse Gladstone. Ele ainda informou que para cada R$ 1 milhão adicionado na produção mensal do setor de transformação de plástico, são gerados 29 novos empregos diretos e aumenta R$ 1,3 milhão do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

 

Reciclagem

 

O descarte incorreto de plástico também foi debatido no encontro. Segundo Gladstone, proibir o uso de plásticos não educa. “É preciso informar e buscar as alternativas e incentivos das reciclagens para que a gente possa reutilizar essa matéria prima e para que ela não pare no meio ambiente”, argumentou. Ele ainda destacou que já é possível fazer tijolos de plástico. “O campo de aplicação disso é fantástico. quantas construções não poderiam ser feitas com esse material?”, pontuou.

 

 

 


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