Secretário de Saúde debate Hospital Regional e Clínica de Hemodiálise - Diário do Vale
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Secretário de Saúde debate Hospital Regional e Clínica de Hemodiálise

Matéria publicada em 1 de setembro de 2016, 16:48 horas

 


Reunião discutiu implantação de Centro de Imagens no hospital; Luiz Antônio vai ajudar a abrir clínica

Clínica de Hemodiálise está com a parte estrutural e de equipamentos em ordem

Clínica de Hemodiálise está com a parte estrutural e de equipamentos em ordem

Volta Redonda – O secretário de Estado de Saúde, Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, esteve em Volta Redonda nesta quinta-feira (1º) com dois compromissos na agenda. Logo pela manhã, Júnior se reuniu com prefeitos e secretários municipais de saúde para discutir questões em torno do Hospital Regional. Em seguida, visitou as instalações da Clínica de Hemodiálise que foi construída no Retiro, mas aguarda trâmites burocráticos para começar a funcionar.

No primeiro compromisso, Júnior foi recebido pelo prefeito Antônio Francisco Neto em seu gabinete, num encontro que teve ainda prefeitos e secretários de municípios que integram o Cismepa (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraíba). O grupo discutiu a implantação do Centro de Imagens do Hospital Regional do Médio Paraíba. O Hospital Dr.ª Zilda Arns está em fase final de obras no bairro Roma, em Volta Redonda.

– Foi dado o encaminhamento de trabalhos prévios à licitação. A gente tem que ter alguns estudos, que foram colocados em pauta, foram gerados alguns encaminhamentos com os prefeitos e, agora, vamos ao gabinete de cada prefeito, cada secretário, para colher informações necessárias para licitar o Centro de Imagem. O Estado vai delegar o processo licitatório à prefeitura de Volta Redonda, para dar mais agilidade ao processo – explicou o coordenador do Cismepa, Rodrigo Lages Dias.

Em recente visita ao hospital em construção, o prefeito Neto destacou o custo e a qualidade da obra – que representa um investimento de R$ 70 milhões nas obras civis e R$ 50 milhões em equipamento – afirmando ainda que a unidade vai reforçar o atendimento de pacientes de alta e média complexidade.

“O metro quadrado em qualquer obra parecida está em torno de R$ 7 mil, enquanto a obra do Hospital Regional ficou em R$ 2,8 mil o metro quadrado, a mais barata do país para uma obra desse porte, e com imensa qualidade. O Hospital Regional em funcionamento é um sonho se tornando realidade, buscada pelos 12 municípios do em prol da população”, disse.

O presidente da Comissão de Fiscalização das Obras do HRMP, engenheiro Sebastião Faria – também diretor geral do SAH (Serviço Autônomo Hospitalar) de Volta Redonda. Faria lembrou que a obra do Hospital Regional está 96% pronta. “A previsão é que tudo esteja pronto até novembro e possa entrar em funcionamento de forma gradativa”, afirmou.

A unidade é um hospital de média e alta complexidade, com 26.400 metros quadrados de área construída, sendo o maior hospital da região Médio Paraíba. O atendimento será disponibilizado para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacidade de atendimento ambulatorial será de 7,5 mil pessoas por mês e tem capacidade cirúrgica de 7 mil procedimentos por ano. A unidade possui dois centros cirúrgicos com três salas para pequenas cirurgias e seis salas para cirurgias de média e alta complexidade, sendo uma sala equipada para transplantes, além de 229 leitos (132 de internação e 97 de UTI e UCI).

Clínica de Hemodiálise

Logo após a reunião, Neto levou o secretário e alguns dos prefeitos presentes à reunião no gabinete para uma visita à Clínica de Hemodiálise de Volta Redonda, construída por um grupo privado no bairro Retiro, e vai atender também pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde), evitando que cerca de 100 pacientes de Volta Redonda tenham que viajar para outro municípios para fazer hemodiálise.

A clínica está pronta e representa um investimento privado de R$ 7 milhões feito pelo grupo CDR, do Rio de Janeiro. A entrada em operação depende do credenciamento da unidade pela Vigilância Sanitária do Estado do Rio, e a posterior habilitação junto ao Ministério da Saúde.

“O secretário ficou impressionado com a qualidade da obra. Mas é um absurdo as pessoas sofrendo tanto por causa da burocracia, e uma clínica como essa esperando para ser liberada. Nós estamos lutando para vencer a burocracia, e ele disse que vai nos ajudar, em relação à Vigilância Sanitária do Rio”, disse o prefeito Neto.

O vice-prefeito Carlos Roberto Paiva fez duras críticas ao sistema burocrático que impede a abertura da unidade. “Queria que os burocratas se colocassem no lugar das pessoas que são obrigadas a fazer estas viagens em busca de atendimento”, disse Paiva.


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6 comentários

  1. Se o Estado ficasse quieto seria muito mais oportuno, pois não tem dinheiro para
    nada como exemplo não repassam os custos da UPA, etc…

  2. Agora, em época de Eleição, faltou a foto dos seus dois candidatos a prefeito!!! Tudo com “receio” que o Baltazar ganhe.

  3. Na verdade o interesse em combater a burocracia só surgiu agora, em vésperas de eleição, pois precisam mostrar serviço antes de 02 de outubro. Por que não viram isso antes, pois todos sabem dos procedimentos para liberar esse tipo de clínica. Quanto ao Hosp. Regional, quando terá contratação de pessoal para trabalhar lá? Ou apenas vão transferir de uma lado para outro, ou seja, não vai aumentar o número de atendimentos?

  4. Se teve comes e bebes sem apontar o dia da inauguração é PATUSCADA tipica.E tenho dito

  5. O que a “burrocracia” está fazendo em relação a essa clínica é um crime! Se o brasileiro pobre que está com o familiar internado há meses, aguardando vaga – e olhe que são muitos só em Volta Redonda – tivesse um mínimo de consciência política uniria-se aos seus companheiros de agonia e buscariam a justiça! Procurariam a imprensa televisiva para tornar público essa covardia!

  6. Quisera podermos pedir as doenças que aguardem os trâmites burocráticos, meu Deus.

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