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Sindicalista pede apoio de deputados da região a estatuto dos vigilantes

Matéria publicada em 31 de janeiro de 2016, 20:10 horas

 


Objetivo é votar a regulamentação da profissão e abrir mais oportunidades de trabalho para a categoria

Em busca de apoio: Valéria vai procurar deputados federais para pedir votação do estatuto da categoria

Em busca de apoio: Valéria vai procurar deputados federais para pedir votação do estatuto da categoria

Volta Redonda – A presidente do Sindicato dos Vigilantes do Sul Fluminense, Valéria Gonçalves, inicia nos próximos dias uma série de conversas em que pretende sensibilizar os deputados federais com base eleitoral na região para ajudarem na votação do Estatuto dos Vigilantes, que está aguardando votação no plenário da Câmara dos Deputados. Segundo Valéria, a lei pode ajudar a gerar mais empregos para esses profissionais, que foram a categoria mais atingida pela crise econômica durante o ano passado, conforme o DIÁRIO DO VALE informou na edição deste domingo (31).
— Um dos pontos que queremos mudar na lei é o que afirma que só instituições financeiras precisam da presença de vigilantes. Muitos outros estabelecimentos que lidam com grandes quantidades de dinheiro vivo todos os dias também deveriam estar incluídos nessa obrigação, para a própria segurança das empresas e de seus clientes, além de abrir vagas para os profissionais da categoria — afirma Valéria, que também quer incluir na lei uma cota de vagas para vigilantes do sexo feminino.

Dificuldades

Além do desemprego causado pelas demissões de vigilantes em empresas privadas, a crise econômica está criando problemas para um grande contingente de profissionais que atuam nos mais diversos estabelecimentos públicos.
As empresas de vigilância, alegando atrasos em pagamentos pelos governos federal e estadual, deixaram trabalhadores de universidades e de estabelecimentos do Detran/Ciretran sem receberem décimo-terceiro salário.
Segundo Valéria, uma empresa de vigilância que atende o Detran ainda não havia pago o salário do mês de dezembro no dia 29 de janeiro. As empresas que atendem a UFF e a UFRJ estariam com os salários de dezembro e o décimo-terceiro salário atrasados. Os vigilantes que trabalham para os Correios também tiveram um grande atraso no salário: “O pagamento referente a dezembro só foi feito no dia 28 de janeiro”, afirma a sindicalista.

Mudança

Valéria afirma que esses profissionais muitas vezes ficam com medo de fazerem uma paralisação para reivindicarem os salários atrasados e perderem seus empregos: “Eles se enquadram naquele grupo em que a presença do vigilante não é obrigatória por lei, e paralisações muitas vezes resultam em reduções drásticas no efetivo. Assim, o sindicato fica de mãos atadas”, avalia.


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3 comentários

  1. pra mudar não depende apenas do sindicato depende de nos vigilantes se unir e fortalece a categoria ficar só reclamando não adianta um sindicato forte se faz com a categoria unida. juntos somos fortes

  2. Sou sócio e vejo a garra dos novos diretores e presidente.Acho que mudou.Estão fazendo coisas que a outra não fazia

  3. Essa sindicalista não tá com nada! Muito fraquinha, tem que mudar todo mundo do sindicato pra ver se melhora algo pra nós!

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