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Vereador propõe adicional de risco de vida no cálculo da aposentadoria de guardas municipais

Matéria publicada em 1 de setembro de 2015, 08:30 horas

 


florenzano

Acréscimo: Adicional de risco será incorporado à aposentadoria de guardas, segundo emenda de vereador

Resende –  Tramitando na Câmara Municipal de Resende, o projeto de lei número 004/2015, do poder executivo, que cria o novo Estatuto dos servidores do Município pode receber uma emenda em benefício dos guardas municipais. De autoria do vereador Pedro Paulo Florenzano (PP), a indicação é de que o adicional de risco de vida recebido pelos agentes da corporação seja incorporado ao valor da aposentadoria. Todos os vereadores assinaram a proposição, que já foi encaminhada ao prefeito José Rechuan, do mesmo partido do vereador.

O adicional de risco de vida ao salário dos guardas municipais foi instituído pela lei 2.137/1999 e alterado pela lei 2.653/2008, passando com isso de 50 por cento para 80 por cento de acréscimo sobre o salário da categoria. No entendimento do vereador Pedro Paulo, “uma vez que esse adicional é um direito criado por lei e que tem pagamento continuado, não faz sentido que a categoria deixe de recebê-lo ao se aposentar e, mais ainda, que ele não seja incorporado à pensão aos familiares em caso de morte”.

– No momento da aposentadoria, o servidor normalmente já está em idade avançada e tem alguma doença crônica, o que costuma aumentar muito suas despesas mensais com saúde. É inadmissível que justamente nessa etapa tão delicada da vida ele não possa contar com a incorporação do adicional, que sempre representou uma parte significativa da sua remuneração – avalia o parlamentar autor da proposição.

Segundo Pedro Paulo Florenzano, a situação não fica restrita ao momento da aposentadoria. Da mesma forma, pelo estatuto atual, de acordo com ele, o adicional de risco de vida é excluído do cálculo que define o valor do auxílio-doença/acidente, pensão e salário-maternidade, entre outros benefícios da Guarda Municipal.

Para reverter a situação, Pedro Paulo solicita à Prefeitura de Resende que os guardas passem a contribuir para o RESENPREVI também sobre o valor do adicional, de forma que esse benefício possa ser inserido posteriormente no cálculo da aposentadoria desses servidores.

– Ao acatar essa sugestão, a administração do prefeito José Rechuan estará corrigindo uma grande injustiça social e previdenciária a que os guardas municipais e suas famílias vêm sendo submetidos há anos – entende Pedro Paulo.


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11 comentários

  1. Guarda Municipal de resende sem educação indústria da multa so pune não educaca fica escondido para multar as pessoas covardes

  2. Risco de vida

  3. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. KKKKKK guardinha com adicional de risco? só se for risco de esquecer de multar kkkk, então os policiais terão que ganhar também um adicional de risco triplicado ai concordo, esse parlamentares não tem o que fazer e ficam inventando só bobeira é vergonhoso.

  5. Que riso de vida gente, cada uma…

  6. E os professores, tem adicional de que? Esses sim se arriscam diariamente e não ganham absolutamente nada, um salário ridículo!

  7. ANO QUE VEM TEM ELEIÇÕES MUNICIPAIS?SIM.ENTÃO TÁ EXPLICADO.ACHO QUE VOU CRIAR O VALE-CACHAÇA E VOU ME CANDIDATAR.kkkkkkkk

  8. As guardas na época foram criadas para salva guarda do patrimônio público. Ponto ! Policia civil e militar para elucidar crimes e prevenção. Ponto ! Ou seja, é só o guarda, ou a chefia do guarda pedir a ele para tomar conta do patrimônio municipal, e não ficar tirando onda de policia que ele não terá risco de vida ! Todos os brasileiros estão com risco de vida, srs. politicos, por terem que aguentar pessoas feito vocês, não aguentamos mais !!

  9. Em Volta Redonda os Vereadores não estão nem ai para os GMs, estamos brigando na Justiça por um direito a INSALUBRIDADE devido as atuações no transito o que garantiria a aposentadoria especial, o Prefeito mandou fazer três laudos técnicos, todos deram positivo e como iriam beneficiar os Guardas, foram colocados dentro da gaveta, e os VEREADORES nada fazem, não tem problema, ano que vem é ano eleitoral e as promessas virão, este sim sera o momento de darmos a resposta.

  10. Quem vai pagar este adicional?

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