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Wadih Damous e Inês Pandeló visitam o DIÁRIO DO VALE

Matéria publicada em 28 de abril de 2022, 18:39 horas

 


Foto: Paulo Dimas
Wadih Damous e Inês Pandeló falam sobre cenário política durante visita ao DIÁRIO DO VALE

Volta Redonda – O ex-deputado federal Wadih Damous e a ex-deputada estadual e ex-prefeita de Barra Mansa Inês Pandeló visitaram nesta quinta-feira (27) a redação do DIÁRIO DO VALE. Damous, que é pré-candidato a deputado federal pelo PT, e Inês Pandeló, que é pré-candidata a deputada estadual pelo mesmo partido, estão participando de reuniões na região para tomarem conhecimento das demandas locais.

— Estamos fazendo contato com as lideranças locais e pretendemos ouvir as demandas. Na eleição de 2018, a região foi a que mais me rendeu votos, fora o Grande Rio – disse Wadih Damous.

Inês também está se preparando para a campanha, e se prepara para uma campanha em busca de uma vaga na Alerj em que terá que disputar os votos de barra-mansenses com o deputado estadual Marcelo Cabeleireiro.

— Estamos confiantes no cenário deste ano — afirma a ex-deputada.

Damous, que além de ter sido deputado foi presidente da OAB-RJ e advogado do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, acredita que a eleição de 2022 terá um cenário diferente da de 2018:

— Aquele discurso anti-política não deve se repetir — afirmou.

 

Coligação e federação

 

Avaliando o cenário para a eleição de outubro, Damous e Inês afirmaram que o PT vai formar uma federação com o PV e o PCdoB e que vai haver uma coligação com o PSB em nível nacional em torno da pré-candidatura presidencial de Lula, que deverá ter um vice do PSB.

A repetição dessa coligação em nível estadual tem um obstáculo nas candidaturas ao senado, já que a federação PT-PV-PCdoB deve ter o atual presidente da Alerj, André Ceciliano, na disputa pelo Senado, e o PSB cogita lançar o nome de Alessandro Molon para a mesma vaga. Damous afirmou que há uma consulta à Justiça  sobre a possibilidade de a coligação lançar dois nomes ao Senado.

— A questão da candidatura ao Senado pode dificultar a coligação em nível estadual, mas o objetivo é a união em torno do nome de Marcelo Freixo para o governo do Estado do Rio – disse Wadih Damous.


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