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Angra dos Reis promove encontro para discutir violência contra a mulher

Matéria publicada em 14 de novembro de 2018, 12:36 horas

 


Mulheres de Angra discutem sobre violência. (crédito Divulgação)

Angra dos Reis – O Dia da Não Violência contra a Mulher, lembrado em 25 deste mês, foi comemorado nesta terça-feira, 13, em Angra dos Reis. O evento realizado na Casa Laranjeiras foi promovido pela prefeitura de Angra dos Reis, onde ocorreram palestras que demonstraram os serviços oferecidos às mulheres vítimas de violência no município, além de apresentação cultural com os grupos de Convivência da 3ª Idade.

Entre as palestrantes estavam a delegada da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) de Angra dos Reis, Vanessa Martins, e a Promotora de Justiça do Ministério Público, Mayra Vasconcelos.

– Proteger a mulher, é proteger a sociedade. Esta data não é comemorativa, mas de reflexão para que todas as mulheres se unam e dêem as mãos nesta luta que é de todas nós – afirmou a delegada da DEAM, se colocando à disposição da população para esclarecer qualquer dúvida.

A Promotora de Justiça fez questão de ressaltar o papel protetivo do Ministério Público.

– Muita gente vê o MP apenas como um órgão de acusação, mas nossa missão principal é proteger e acolher as vítimas de futuros riscos. As mulheres podem contar conosco – destacou Mayra Vasconcelos.

Quem também esteve presente ao encontro, representando o prefeito Fernando Jordão, foi a primeira-dama do município, Dra Célia Jordão.

– Esta é uma luta diária, pois a violência contra a mulher – em todos os níveis – precisa ser combatida. As mulheres são maioria, mas nossa voz ainda é pouco ouvida e respeitada. Vamos, juntas, lutar pela paz, pelo respeito mútuo e para que àqueles que precisam alcançar seus direitos tenham voz – destacou a primeira-dama, ao lado da secretária executiva de Assistência Social, Cássia Marques.

Qualquer mulher vítima de violência, seja ela física, psicológica ou emocional, pode procurar auxílio do Centro de Referência Especializada da Assistência Social (24 3365-5167); do Centro de Atendimento à Mulher (180); da DEAM (24 377-8372); da Polícia Militar (190); da Central de Abrigamento Provisório da Mulher Vítima de Violência (21 3133-3894); da Ouvidoria do Ministério Público do Rio de Janeiro (127) ou da Defensoria Pública de Angra dos Reis (24 3365-7222).


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Um comentário

  1. Quando o homem é de família e legal elas não querem, muitas mulheres queren é dinheiro e vida boa, até por que no início do relacionamento já dá pra ver se o cara é violento, usa drogas entre outras coisas, algumas mulheres caçam o problema.

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