segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

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Construtora intensifica obras do ‘Corredor Cultural’

Matéria publicada em 6 de dezembro de 2018, 19:46 horas

 


Projeto prevê a integração entre o Palácio Barão de Guapy e o Parque Centenário (Fotos: Chico de Assis)

Barra Mansa – A reforma do Palácio Barão de Guapy ganhou novo ritmo essa semana. A medida se deve a duas questões: a entrega das obras do terminal de ônibus da Avenida Beira Rio e a liberação de recursos provenientes da medição da obra pela Caixa Econômica Federal. De acordo com a Susesp (Superintendência de Obras e Serviços Públicos do município), órgão responsável pela fiscalização das obras, a empreiteira Plenaplan está preparando a base do piso nas imediações do Palácio.

No local estão sendo colocados aproximadamente 150 metros cúbicos de BGS (Base de Brita Graduada) para a partir da próxima semana serem compactadas. Também estão programados os serviços de revestimento externo no segundo piso do imóvel e a retirada da calçada que compõe o entorno do Parque Centenário. Na madrugada de sexta-feira (07), a empreiteira realizará a retirada dos abrigos dos coletivos do antigo ponto de ônibus, em frente ao Instituto Cultural Municipal. Será melhorada a sinalização da área a fim de garantir mobilidade e segurança aos pedestres.

Palácio Barão de Guapy

Importante patrimônio Cultural do município, o Palácio Barão de Guapy não passava por obras há mais de 22 anos. O imóvel já foi sede da Prefeitura de Barra Mansa e da Câmara Municipal. As obras são uma conquista da prefeitura junto ao Ministério das Cidades, por meio de convênio de emenda parlamentar firmado em 2015.

O valor inicial dos serviços era estimado era R$ 1.462.926,21. A Plenaplan Construtora arrematou a obra por um total de R$ 1.082.301,46. O saldo final representou uma economia de R$ 380.624,75. O projeto prevê a integração dos espaços públicos entre o Palácio Barão de Guapy e o Parque Centenário.

Durante a execução dos serviços, um erro cometido pela Caixa Econômica de Brasília referente à medição da obra provocou o embargo de repasse de recursos para a empreiteira. Mesmo diante da escassez de verba, a Plenaplan deu continuidade aos serviços. As intervenções foram concentradas na substituição das janelas e na realização do sistema de drenagem de águas pluviais da via pública.

A prefeitura por inúmeras vezes dialogou com a superintendência da CEF – Volta Redonda, que não reconheceu o equívoco apontado por Brasília. Em outubro o prefeito Rodrigo Drable foi à CEF da capital e resolveu o problema junto à direção do banco.

 


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Um comentário

  1. Morador de Barra mansa

    Vamos agilizar senhor prefeito pois
    prejudica moradores e comerciantes.

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