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Dia do Soldado é celebrado por militares de Barra Mansa

Matéria publicada em 23 de agosto de 2019, 16:17 horas

 


Cerca de 40 atiradores incorporam o TG de Barra Mansa
(Foto: Paulo Dimas- Secom PMBM)

Barra Mansa- Na manhã desta sexta-feira (23), soldados do Tiro de Guerra (TG) celebraram o Dia do Soldado no Parque da Cidade. A data comemora o aniversário do Patrono do Exército Brasileiro, Marechal de Exército Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. Estavam presentes na formatura a vice-prefeita Fátima Lima; o comandante da unidade, subtenente Nunes, o tenente Amarílio, representando a Aman; o comandante da Guarda Municipal, Joel Valcir, representante da Defesa Civil, Manoel Carlos e o tenente Ramon, do Corpo de Bombeiros.

Em nome do Prefeito Rodrigo Drable, a secretária de Assistência Social, Ruth Coutinho, a Ruthinha, distribuiu medalhas a todos combatentes do Tiro de Guerra, agradecendo a contribuição do pelotão com o município nos momentos difíceis, onde os soldados ajudaram a cidade no período das enchentes e na triagem das roupas. Agradecida pelo suporte dado da parte dos militares, a vice-prefeita Fátima Lima recordou o momento delicado que a cidade vivenciou e cumprimentou os atiradores.
– Parabenizo os soldados incorporados ao Exército Brasileiro, que foram bravos e valentes, e que muito nos alegraram, ajudando o nosso município no momento mais difícil. Quero dizer que sem ajuda de vocês o nosso trabalho seria muito mais complicado. Vocês mostraram bravura e compromisso com a cidade – disse Fátima.

O subtenente Carlos Henrique Nunes da Silva, comandante do Tiro de Guerra, destacou o aprendizado na vida dos jovens durante o serviço obrigatório.
– Aos jovens atiradores, o compromisso com a bandeira demonstra a essência do dever militar. Vocês aprendem valores como honradez, camaradagem, bondade, disciplina, lealdade, dignidade e civismo – concluiu o comandante.

Seguindo a linha do subtenente, o soldado Daniel Pereira demonstrou gratidão pela experiência vivenciada no quartel.
– Os aprendizados que tive aqui contribuíram muito para minha vida. Considero-me uma pessoa melhor dentro de casa e mais preparado para futuramente ingressar no mercado de trabalho – completou o jovem soldado.


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5 comentários

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    Sem contar na alimentação que tínhamos que levar de casa ou ficar com fome, enxoval também

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    Não são nacionais

    Deveriam pedir desculpas e indenizar as vítimas daquele massacre de metralhadoras que foi feito ao carro do músico e sua família no Rio de Janeiro.

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    Que mané soldado

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      Parabéns aos Soldados Maia e Campos, do Grupo Resenha Futebol. Dois grandes amigos.

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      Eu servi no TG com muito orgulho e sem preconceito nenhum em assumir isso, então posso afirmar: quem serve ali não é considerado soldado, está abaixo de soldado… é chamado de atirador… acho que o treinamento não se compara nem ao básico do básico de quem serve na AMAN ou no antigo 22 BIMTZ por exemplo. Tudo lá funcionava em meio expediente, não tínhamos pagamento nenhum e hoje em dia ainda diminuíram a carga horária que era de segunda a sexta, passando a dois ou três dias da semana. Nunca utilizamos armas automáticas e semi automáticas; apenas mosquetões 762 de 5 tiros com funcionamento em ação muscular do atirador. Não somos soldados, no meu certificado de reservista está escrito: ATIRADOR

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