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Hinja cede respiradores ao município de Volta Redonda sem custo

Matéria publicada em 7 de julho de 2020, 22:44 horas

 


Diretor do hospital diz que medida é para reforçar atendimento a pacientes com Covid-19 e ajudar o comércio que precisou ser fechado por causa do número de leitos

Volta Redonda – O diretor do Hinja, Gotardo Neto, afirmou na noite desta terça-feira, dia 07, que os respiradores que serão cedidos temporariamente à prefeitura não terão custos nenhum para o município. Os aparelhos serão usados em novos leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensiva) que a prefeitura irá montar para atender especialmente para pacientes com a Covid-19 no Hospital de Campanha, no Raulino de Oliveira.

O hospital tinha comprado os aparelhos para a UTI infantil que será montada no Hinja, a primeira de todo o Sul Fluminense e teve a obra iniciada em julho do ano passado. Segundo Gothardo, como a obra acabou sendo adiada e os aparelhos, chegados recentemente, estavam ociosos, ele os emprestou para o município.-

-Diante do momento extremamente difícil que toda a população enfrenta, a decisão foi tomada para ajudar os pacientes – disse Gotardo, acrescentando que a medida visa também ajudar os comerciantes que também sofrem com o fechamento das lojas em virtude do número de leitos para atender os pacientes que contraem o novo coronavírus.

O prefeito Samuca Silva acaba de informar que a Procuradoria do Município vai protocolar na Justiça o pedido de reabertura do comércio. Isso se tornou possível porque o município recebeu do Hinja, por empréstimo, dez leitos de UTI, o que faz com que o parâmetro de 50% de ocupação dos leitos exclusivos para Covid-19 seja atendido.

A reabertura do comércio, assim, vai depender de que o juiz acate os argumentos da prefeitura e autorize a retomada das atividades. Samuca destacou que a reabertura não é automática: “dependo da sentença do juiz”, disse.

Além disso, Samuca informou que vai abrir um chamamento público para que os hospitais da rede particular da cidade possam ceder leitos de UTI exclusivos para Covid-19 ao município, pagando o valor que o SUS paga por leito, de R$ 1.600 por dia.

Centro de triagem 

No início de abril,  o Centro de Doenças Respiratórias, no Retiro, iniciou papel importante na luta da cidade contra a Covid-19. Em uma parceria entre a Prefeitura de Volta Redonda, o Governo do Estado do Rio, o Hinja e a Unimed começou  a ser oferecido a usuários de planos de saúde e à população em geral, que é atendida pelo SUS, uma referência para pessoas com problemas respiratórios.

A ideia do centro de triagem surgiu quando o médico Gothardo Netto, diretor do Hinja

– A ideia inicial, antes da pandemia, era que o local atendesse a pacientes particulares e de convênio, mas logo percebi que o local seria muito útil para os esforços de combate à Covid-19 – disse Gothardo.

 


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Um comentário

  1. Avatar

    Agora Samuca fica feliz vai abrir o comércio vai morrer mais pessoas e ninguém vai mexer no bolso dele.
    É isso que ele quer.
    Volta Redonda está um caos. E o povo ainda faz luto pelo comercio.
    Povo atrasado e IGNORANTE.
    Os dados somam 80 óbitos mas sabemos que tem MTs óbitos que não foram divulgados. Triste realidade.
    Povo IGNORANTE de VR.
    Absurdo ver volta redonda passa do por isso.
    Prefeitinho de M…

    “Diário do Vale por favor não apague meu comentário”

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