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Juiz decreta prisão preventiva de mulheres suspeitas de torturarem menina em Porto Real

Matéria publicada em 22 de abril de 2021, 18:38 horas

 


Criança pode ficar em estado vegetativo

Sul Fluminense – O juiz Marco Aurélio da Silva Adania decretou a prisão preventiva das suspeitas de torturarem, em Porto Real, uma menina de seis anos. A audiência de custodia aconteceu na quarta-feira (21). Uma das suspeitas é a mãe da menina, que foi presa juntamente com sua companheira, na segunda-feira (19), no bairro Jardim das Acácias, em Porto Real.

Em sua decisão, o juiz Marco Aurélio da Silva Adania frisou que “a criança vinha sendo privada de alimentação há meses e, por conta das agressões sofridas, encontra-se internada em estado grave, apresentando hemorragia intracraniana inoperável e sério risco de vir a óbito ou permanecer em estado vegetativo”, disse o magistrado.

O delegado titular de Porto Real, Marcelo Nunes Ribeiro, disse que as agressões começaram no fim da noite da última sexta-feira (16) e continuaram por, pelo menos, 48 horas.

O juiz também destacou  os socos e chutes praticados contra a criança, e as chicotadas com um cabo de TV. O magistrado lembrou que a menina foi jogada contra a parede e foi arremessada em um barranco de 7 metros de altura.  Ele também observou que a madrasta da criança tem antecedentes criminais por agredir a própria mãe.

Marco Aurélio justificou que um dos motivos de decretar a prisão preventiva, foi pelo fato de testemunhas e vítimas poderem se sentir amedrontadas, caso  as duas mulheres viessem responder criminalmente em liberdade.


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