Manifestantes pedem justiça após morte de jovem atropelado em Barra Mansa - Diário do Vale
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Manifestantes pedem justiça após morte de jovem atropelado em Barra Mansa

Matéria publicada em 11 de janeiro de 2020, 15:51 horas

 


Familiares e amigos no início da manifestação (Foto: Pollyanna Moura)

Barra Mansa – Familiares e amigos de Claudio Eduardo de Almeida Lima, de 22 anos, morto no dia 04 deste mês, após ficar internado durante 34 dias na Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa, vítima de atropelamento, fazem uma manifestação na tarde deste sábado, 11. A concentração foi iniciada por volta das 15h, na Praça da Matriz, no Centro de Barra Mansa, para pedir justiça e rigor nas apurações do caso.

Na época, testemunhas contaram para a PM que o jovem estava com um amigo, e que após uma discussão, o suspeito teria passado com o carro, um veículo modelo Citroen c3, várias vezes em cima da vítima. O caso aconteceu no bairro Vila Orlandélia.

Ato

O ato contou com aproximadamente 50 pessoas, vestidas com roupas brancas, com a foto da vítima. Balões brancos com mensagens, além de cartazes pedindo justiça e apitos, foram usados. O protesto, pacífico, foi realizado sob forte emoção. Todos, juntos, saíram da Praça da Matriz e seguiram até a 90ª DP (Barra Mansa).

Mãe da vítima expõe cartaz com pedidos de justiça (Foto: Pollyanna Moura)

Segundo Claudia de Almeida, mãe da vítima, a família não tem informações das autoridades sobre a investigação do caso.

– Hoje faz 7 dias que enterrei meu filho. Não temos informações das autoridades sobre o caso. Meu filho era amigo de infância do rapaz que o atropelou. Nos informaram que houve uma discussão entre esse rapaz e uma moça, e que meu filho foi tentar apartar a briga; foi quando tudo aconteceu. No segundo dia de internação do meu filho, essa moça foi até a minha casa e me explicou tudo o que aconteceu. Após o atropelamento, ele ficou 34 dias internado, em coma. Ele ficou muito ferido na cabeça e nos disseram que ele teve traumatismo craniano – explicou.

Amigo e viúva de Claudio protestam em frente à Matriz (Foto: Pollyanna Moura)

Gustavo Campos, de 22 anos, amigo da vítima, e um dos organizadores do encontro, disse ao DIÁRIO DO VALE que a manifestação foi organizada logo após o enterro de Cláudio Eduardo. O intuito do manifesto, segundo ele, é para que tanto a sociedade, quanto as autoridades, não se esqueçam do ocorrido.

– Nossa expectativa era reunir 100/150 pessoas, aproximadamente. Fizemos as homenagens logo após o sepultamento e resolvemos nos reunir aqui, hoje, para pedir justiça. Sabemos que o caso está sendo investigado e gostaríamos de saber o que será feito agora. Desde o dia da tentativa do assassinato, o rapaz que o atropelou não está mais no bairro. O sentimento que fica é de medo e revolta – finalizou.


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Um comentário

  1. Existia ligação entre os envolvidos, vítima e algoz, com o trafico na Orlandelia?

    Vale à pena a polícia verificar verificar…

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