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Região mantém bandeira laranja no mapa de risco da Covid-19

Matéria publicada em 7 de maio de 2021, 19:37 horas

 


Quatro regiões mantêm bandeira vermelha, que significa risco alto de contrair a doença

Médio Paraíba se mantém com risco moderado para Covid-19

Médio Paraíba – A região do Médio Paraíba, que inclui Volta Redonda, Barra Mansa, Itaiaia, Porto Real Quatis, Resende, Piraí, Pinheiral e Rio Claro, aparece com bandeira laranja (risco moderado) na 29ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (07) pela  Secretaria de Estado de Saúde, mantendo o mesmo cenário epidemiológico da semana passada. As regiões Metropolitana I, Baía da Ilha Grande, Serrana e Noroeste permanecem com bandeira vermelha. Além do Médio Paraíba, Centro-Sul, Metropolitana II, Litorânea e Norte seguem na bandeira laranja. A análise compara a semana epidemiológica 16 (18 a 24 de abril) com a 14 (4 a 10 de abril) de 2021.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

O Estado do Rio de Janeiro apresentou uma redução de 31% no número de óbitos e as internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) caíram 32% na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas. As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (07), são 85,6% para leitos de UTI e 61% para leitos de enfermaria.

Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região.

Nova variante do vírus no Rio

O estudo que investiga as modificações sofridas pelo SARS-CoV-2 confirma que há uma nova variante do vírus da Covid-19 em circulação no Estado do Rio de Janeiro. A cepa recebeu o nome de P.1.2, por se tratar de uma mutação ocorrida na linhagem P1, que permanece em maior frequência (91,49%). A P.1.2 foi identificada em 5,85% das 376 amostras submetidas à segunda etapa do sequenciamento realizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em parceria com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), do Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ, do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen), da Fiocruz e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio.

Também foram identificadas, em menores proporções, as linhagens B.1.1.7 (2,13%) e P2 (0,53%). Até o momento, não se pode avaliar se a nova variante é mais transmissível e/ou letal. Nesta etapa, foram investigadas 376 amostras, de 57 municípios, selecionadas a partir de genomas enviados ao Lacen/RJ, entre os dias 24 de março e 16 de abril. A ação é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), com recurso de R$1,2 milhão.


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Um comentário

  1. Laranja pra quem ?

    Eis a questão.

    O que faz a bandeira é o número de leitos vagos, não é o número de contaminados ou de mortes.

    Falsa ilusão de segurança.

    Se criar um monte de leitos ou vagar, mesmo que morram 100 por dia continua tudo laranja na terra dos iludidos.

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