Segurança de boate é morto e suspeito alega não se lembrar do crime - Diário do Vale
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Segurança de boate é morto e suspeito alega não se lembrar do crime

Matéria publicada em 30 de dezembro de 2016, 21:03 horas

 


Barra Mansa – O segurança Marcelo Oliveira da Silva, de 28 anos, morreu num atentado ocorrido na madrugada de 13 de novembro, por volta das 4h30, em frente à Boate Sinuca de Bico, no bairro Ano Bom. Marcelo trabalhava na casa noturna, que fica na Rua João Valiante, e foi atingido por um tiro na cabeça. Além dele, outros dois funcionários também foram baleados e estão internados na Santa Casa de Barra Mansa. O suspeito do crime, Denis Paciello Alves, de 31 anos, foi preso no dia 7 de dezembro, em Juiz de Fora.
Denis é dono de uma madeireira no bairro Santa Clara. Cinco dias após o assassinato, um homem entrou no estabelecimento e atirou em um funcionário, que sobreviveu mas não teve o nome divulgado. A polícia acredita que o crime tenha ligação com o assassinato na boate.
O advogado de Denis, Paulo Avelar, confirmou que o suspeito estava internado fazendo tratamento devido a problemas psicológicos. Ele informou que seu cliente, quando atirou em frente à boate, não tinha nenhum alvo em mente.
Em depoimento à polícia, o suspeito disse que não se recorda de nada do que ocorreu no dia do crime. O advogado do empresário disse que seu cliente respondeu algumas perguntas feitas pelo delegado, porém afirmou que não se lembrava de ter atirado e nem mesmo discutido com um policial militar dentro do bar, apesar de imagens gravadas por câmeras do bar, e que estariam em posse da polícia, mostrarem ele se desentendendo com o PM. As investigações da polícia, inclusive com imagens de câmeras de segurança e depoimento de testemunhas, apontam que após a discussão, Denis deixou o estabelecimento e voltou armado em um carro, que era guiado por outro homem. Agora a polícia busca saber quem era o motorista do veículo e também prendê-lo.


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2 comentários

  1. Para o Delegado não haver “encontrado até hj” o motorista do assassinato…aposto como é policial.

  2. Tão simples dizer que não se lembra de nada. Fácil.

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