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Conselho recomenda vacinação contra o Covid-19 de presos e servidores de presídios

Matéria publicada em 9 de fevereiro de 2021, 12:12 horas

 


Resolução está publicada no Diário Oficial da União de hoje

Cerca de 42.517 presos foram contaminados pela covid-19 entre março de 2020 e janeiro de 2021 – Foto: Thathiana Gurgel (DPRJ).

Brasília- O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária publicou, no Diário Oficial da União de hoje (9), resolução que recomenda, a autoridades da saúde, dar prioridade à vacinação de servidores e pessoas privadas de liberdade, no âmbito do Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra o Covid-19.

Citando dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a Resolução nº14 lembra que 42.517 presos foram contaminados pela covid-19 entre março de 2020 e janeiro de 2021. Desses, 133 presos morreram por causa da doença. Na comparação com a população brasileira, a taxa de infecção foi 47% maior, Já a de letalidade foi 87% menor.

As visitas sociais foram interrompidas em todos os presídios do país desde março de 2020. Apenas as visitas presenciais e atendimentos de advogados estão sendo retomados, mas de forma gradual em alguns estados. Em meio a esse contexto, o principal contato entre a população prisional e o mundo exterior passou a ser o de servidores dessas instituições penais.

A resolução acrescenta que “quanto maior a demora da vacinação no sistema prisional, maiores serão os gastos em 2021 com a prevenção e assistência à saúde da massa carcerária”. Além disso, lembra que o aumento de infectados na população prisional pode acabar demandando ocupação de vagas em estabelecimentos hospitalares, “sobrecarregando ainda mais o sistema de saúde pública”, além de possibilitar a libertação de mais presos, conforme previsto pela Resolução 62 do Conselho Nacional de Justiça.

Diante dessa situação, a resolução publicada hoje recomenda às secretarias estaduais de Saúde que preparem planos operacionais, em parceria com as administrações penitenciarias, para viabilizar a vacinação de policiais penais e pessoas privadas de liberdade, observando as fases e o calendário previstos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19.

Ao Ministério da Saúde e às secretarias estaduais de Saúde, a resolução recomenda que incluam, no rol das pessoas a integrar o grupo prioritário de vacinação, “todos os demais profissionais (estagiários, terceirizados, policiais militares, etc) que atuem nas unidades de custódia de pessoas privadas de liberdade, dado o risco inerente às atribuições”.

Fonte Agência Brasil*.

 

 


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6 comentários

  1. Esse país é brincadeira, os caras são criminosos, recebem sem fazer nada, com os impostos que pagamos, e nós trabalhadores honestos seremos os últimos?
    Nós que somos honestos, honramos nossos deveres temos menos direitos que essa raça que não nos respeita, não respeita nossas famílias.
    Que país é esse?
    Direitos humanos para eles não tem que existir, eles não pensam em fazer mal a um cidadão do bem!

  2. E os trabalhadores?????????? Esse país é nojento.

  3. Quer dizer que quem desvia da lei, comete crime tem mais prioridade do que quem trabalha na área de apoio a Saúde. Como os porteiros, secretariado, administração e manutenção de hospitais.
    Brasil, o país que quem comete crime é mais valorizados que os trabalhadores honesto

  4. CAPETA da grota do Santa cruz

    Vacine os funcionários e deixe os vagabundos para vacinarem NUNCA…

  5. Preso deveria ser o último da fila .

  6. Nos trabalhadores que precisamos da vacina para trabalhar com tranquilidade não vamos ganhar.

    E os caras que estão isolados por cometerem crimes vão ganhar.

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