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Sete regiões do Estado do Rio estão com indicativo de risco baixo para a Covid-19

Matéria publicada em 4 de setembro de 2020, 09:52 horas

 


Rio- De acordo com a quinta atualização da nota técnica e painel de indicadores sobre a pandemia de coronavírus no Rio de Janeiro, divulgada na quinta-feira pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, entre as nove regiões nas quais o estado é dividido, sete estão classificadas como bandeira amarela, indicativo de risco baixo para a doença.

Entre as regiões que estão com indicativo de risco baixo se destacam as regiões Metropolitanas I e II, Médio-Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Norte e Serrana. Juntas elas abrangem cerca de 96% da população fluminense.

No último Mapa de Risco, publicado em 19 de agosto, apenas 92% da população viviam em regiões classificadas como tendo baixo risco. A mudança se deu com a evolução das regiões Médio Paraíba e Centro-Sul para a bandeira amarela, de baixo risco. Antes as duas regiões estavam classificadas como risco moderado, mas apresentaram uma diminuição significativa em óbitos e, no caso da região Médio Paraíba, casos. Em contrapartida, as regiões Noroeste e Baía da Ilha Grande voltaram a apresentar risco moderado. No entanto, as duas regiões juntas representam menos de 4% da população do estado.

O estado do Rio de Janeiro como um todo está classificado na bandeira amarela, de risco baixo. A razão para isso pode ser observada em indicadores como a taxa de ocupação de leitos e na variação do número de óbitos, que apresentou uma queda de 10,99%, em relação à última semana de julho.

Segundo Danilo Klein, chefe de gabinete da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, o estado tem apresentado queda no número de casos, óbitos e internações desde o pico da pandemia, registrado nas duas primeiras semanas de maio. Ele ressaltou, no entanto, a importância de manter as medidas sanitárias adequadas.

“É importante frisar que o estado tem várias regiões de saúde. Tem hora que uma região está sofrendo e, em outras, não. Isso acaba afetando o estado como um todo, sendo para uma bandeira mais restritiva ou para uma mais flexível. A gente acredita que o estado possa se manter nessa bandeira amarela ainda por um período. Então, as medidas sanitárias de evitar aglomeração no amarelo e no laranja se mantêm”, explicou Klein.

A nova versão do Pacto Covid analisa a Semana Epidemiológica 33 (09 de agosto a 15 de agosto) em relação à Semana Epidemiológica 31 (de 26 de julho a 1° de agosto). Para a classificação do Pacto Covid, são considerados os indicadores de taxa de positividade de pacientes testados para coronavírus; e de variação de casos e óbitos por SRAG; de taxa de ocupação de leitos destinados a SRAG; e de previsão de esgotamento de leitos de UTI para SRAG.

As recomendações de isolamento social variam de acordo com cada nível de risco. A coloração das bandeiras e os riscos indicados variam entre roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

 


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2 comentários

  1. Avatar

    PARIS, NA FRANÇA (FOTO: GETTY IMAGES)
    A segunda onda do coronavírus chegou infectando muitos europeus durante o verão e isso acendeu o sinal de alerta no Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC). A diretoria da instituição fez um comunicado nesta quarta-feira (2) dizendo que a Europa está bem próxima de atingir o mesmo número de casos de Covid-19 que registava no pico da pandemia, em março.

  2. Avatar

    O índice de óbito diminuiu ou a política de liberação dos testes dos casos suspeitos são protelados ao máximo e as confirmações vem em conta gotas para causar uma falsa segurança na população?!?!?

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