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Bolsa cai e dólar sobe antes da reunião do Copom que pode subir Selic em 1,5%

Matéria publicada em 26 de outubro de 2021, 17:15 horas

 


Mercado revisou suas projeções e já aposta em 1,5% de alta para conter a inflação que já chega a

Bolsa cai 2,11% antes da desição do Copom que pode subir selic

O IBOV, principal índice da B3, Bolsa de Valores de São Paulo, opera em forte queda com queda de 2,17% e forte volume vendedor. O movimento ocorre às vésperas da reunião do Banco Central (Copom) que pode subir a taxa Selic em 1,5% amanhã. Hoje a taxa Selic está em 6,25% e amanhã pode subir para 7,25% ou 7,75% impactando diversos setores como consumo e empréstimos para compra de carros e imóveis.

Na manhã desta terça foi divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) que teve alta de 1,20% em outubro frente setembro, sendo a maior variação para o mês desde 1995 (1,34%), e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016 (1,42%). O número foi além do esperado pelo mercado que projetava alta de 0,97% na base mensal.

As ações da Companhia Aérea Azul é a que mais cai neste momento perdendo 8% a R$ 27,01. A Braskem é ação que mais sobe ganhando 1,86% cotadas agora a R$ 57,07.

Inflação nas alturas

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em 1,20% em outubro, 0,06 ponto percentual (pp) acima da taxa de setembro (1,14%). Trata-se da maior variação para um mês de outubro desde 1995 (1,34%) e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016 (1,42%). (Leia mais)

O IPCA-15, divulgado hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é uma prévia da inflação oficial do país, o IPCA.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 8,30% e, em 12 meses, de 10,34%, acima dos 10,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a taxa foi de 0,94%.

A inflação impacta na vida dos brasileiros e, como consequência, perdem o poder de compra. Além disso, as empresas precisam gastar mais para captar empréstimos


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