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A volta do Thor e dos Minions

Matéria publicada em 30 de junho de 2022, 15:19 horas

 


Animação é considerada a melhor da série que começou em 2010

O circuito cinematográfico está dominado esta semana pela animação “Minions 2 – A origem do Gru” que já rendeu 4 bilhões de dólares pelo mundo afora. Temos também a pré-estreia de “Thor: Amor e Trovão” com o Chris Hemsworth e a Nathalie Portman retornando para aquele mundo da mitologia escandinava, versão Marvel Comics. Desta vez o super-herói do martelo vai enfrentar um vilão interpretado pelo Christian Bale, mas não se preocupem. A senhorita Portman andou malhando, ganhou superpoderes e vai ajuda-lo a dar uma martelada no vilão.

Mas comecemos pelos Minions, que são o sucesso inesperado da temporada. O que não é novidade para a franquia criada há 12 anos atrás pelo estúdio europeu Illumination Pictures. Quando o desenho “Meu malvado favorito” chegou aos cinemas em 2010 ninguém levava muita fé no filme. Um desenho feito por um estúdio europeu desconhecido, que se atrevia a concorrer com as mega-produções da Pixar e da Dreamworks. Mas o filme foi um sucesso inesperado de público e crítica ao contar a história de um vilão atrapalhado, Gru, que precisa da ajuda de três meninas de um orfanato para realizar seu plano fantástico. Ele quer nada menos do que roubar a Lua. De lá pra cá “Meu malvado favorito” teve uma sequencia inferior ao original e dois spin-offs centrados nos minions. Aqueles ajudantes que parecem caroços de milho.

Neste novo longa-metragem eles relembram a adolescência do Gru, nos anos de 1970. Em meio a calças boca de sino e cabeleiras armadas. Gru sonha em se juntar aos maiores vilões do planeta, um grupo conhecido como Vicious 6. Mas ele acaba sendo rejeitado pelo grupo e resolve ir para o bairro chinês enquanto Kevin, o mais conhecido dos Minions, embarca num curso de Kung Fu com uma instrutora oriental. O desenho é cheio daquelas trapalhadas típicas da série, com os minions tentando pilotar um avião Jumbo 747 e enfrentando a magia de um típico dragão oriental.

O elenco de vozes original esta cheio de celebridades conhecidas, como Steve Carell fazendo a voz do Gru, e a Julie Andrews (Ela mesma, a Noviça Rebelde) como a rabugenta mãe do anti-herói. Para dar voz a instrutora de Kung Fu chamaram a chinesa Michelle Yeoh, que começou sua carreira nos anos de 1970 nos filmes de Kung Fu made in  Hong Kong. No Brasil serão exibidas versões dubladas com artistas nacionais.

“Thor: Amor e trovão” tem estreia prevista para a semana que vem, mas quem não quiser esperar já pode conferir o filme em suas pré-estreias. Dizem que o Christian Bale relutou em aceitar o papel de Gorr, o matador de deuses, por achar que filmes de super-herói não trariam nada de novo a sua carreira. Afinal ele foi o Batman naquela trilogia dirigida pelo Christopher Nolan. Mas o diretor do novo longa, Taika Waikiti o convenceu a aceitar o desafio. O filme é uma continuação do “Thor: Ragnarok”, aquele filme em que o Valhala era destruído e os sobreviventes acabavam sendo massacrados pelo Thanos da Guerra Infinita. Parece que apesar de todo aquele massacre ainda sobraram muitos deuses e semideuses para reconstruir o lugar.

Nathalie Portman embarcou num programa de exercícios e ganho músculos para poder empunhar aquele martelo pesado, o Mjolnir. E virar uma versão feminina do Thor. O que esta na moda hoje em dia. Em algumas regiões o filme teve censuradas as cenas em que o Chris Hemsworth aparece nu como nasceu. Mas aqui no Brasil deve ser tudo liberado. Divirtam-se.

 

Jorge Luiz Calife

 

Minions enfrentando o Thor nas bilheterias


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