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Academia de Artes, Ciência e Letras possui 248 acadêmicos em todo país

Matéria publicada em 11 de fevereiro de 2019, 08:43 horas

 


Entidade fundada em VR atende atualmente cerca de 50 pessoas nos projetos de coreografia e música brasileira

Maestro Caaraüra é historiador, compositor, instrumentista, instrumentador e escritor (Foto: Júlio Amaral)

Volta Redonda – Reunindo pessoas mais notáveis nos setores da arte, cultura e ciência jurídica da região, a Acilbras (Academia de Artes, Ciência e Letras do Brasil) nasceu em Volta Redonda através do maestro Caaraüra em 2014 com o intuito de valorizar os estudiosos que se destacam nas artes, cultura, ciências e letras da região, do Brasil e exterior.

Segundo o maestro, atualmente a Acilbras possui 248 acadêmicos aprovados em todo o país, sendo que no dia 25 de abril, a academia aprovará mais 150 acadêmicos nordestinos, a cerimônia acontecerá na cidade de Recife, no estado de Pernambuco, onde na mesma ocasião outorgam ainda o título de maiores expoentes do frevo.

O maestro explicou sobre a criação da Academia e sua expansão pelo país, atualmente a entidade conta com um acervo de três mil livros e tem como missão a publicação dos trabalhos literários de seus acadêmicos, faz edição de livros, exposição de artes plásticas, além da valorização do músico brasileiro, entre outras funções.

– Tendo em vista a má qualidade da educação e da formação moral e do conhecimento da cultura brasileira, resolvi criar a academia, sobretudo para valorizar os notáveis da região, do país e os que se encontram no exterior. Hoje nós temos acadêmicos em diversas regiões do Brasil e até fora – destacou, acrescentando que “a academia também desenvolve projetos de coreografia e música brasileira no próprio auditório da entidade, que atualmente cerca de 50 pessoas são atendidas por estes dois projetos, as aulas são gratuitas e tem o apoio de quatro professores voluntários”, informou. A academia fica localizada na Rua Assis Chateaubriand nº 48, primeiro andar, no bairro Aterrado.

O maestro lamentou que ao longo dos quase cinco anos de atividades, nunca houve uma parceria entre a academia e o poder público salvo a colaboração muito fraterna dos presidentes da Câmara Municipal de Volta Redonda.

– A sobrevivência da academia de artes, ciência e letras do Brasil é graças à contribuição espontânea dos seus acadêmicos – explicou.

Para fazer parte da academia não é muito simples, explicou seu fundador, é preciso ser notável, ter boa conduta e ter bagagem intelectual, além de um perfil que o capacite para fazer parte do elenco. O contato com os acadêmicos é feito por rede social.

– A criação da academia é um sonho antigo meu onde me inspirei nas academias de arte e ciência da Europa como as de Lisboa, Paris e da Dinamarca – citou o maestro.

Eventos

Já entre as ações realizadas pela academia, o seu fundador lembrou que atualmente são realizados dois eventos na Câmara Municipal de Volta Redonda, onde se comemora a posse dos novos diplomados da academia.

– Também são realizados dois eventos no Recife para a posse dos diplomados do Nordeste. Eventos em Embu das Artes para a região metropolitana de São Paulo e outro evento em Lages (Santa Catarina) para diplomar os acadêmicos do sul do país. E já estão sendo marcados os próximos para o Espírito Santo – destacou.

De acordo com o seu fundador, a academia aceita convites para palestras em escolas e empresas para falar sobre cultura, literatura e música.

Natural de Aliança, em Pernambuco, o maestro Caaraüra é autor de oito livros publicados além de compositor, instrumentista, instrumentador e historiador.


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Um comentário

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    É uma Honra poder colaborar com a Cultura do nosso Estado de Pernambuco e também do Brasil.

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