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Aman instaura inquérito apurar as causas do acidente com cadete

Matéria publicada em 6 de agosto de 2018, 09:39 horas

 


Resende – A Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) instaurou um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias que resultaram na morte do cadete Lucas Santiago Sanchez, de 23 anos. Ele foi sepultado no sábado (4), no Rio de Janeiro.

O jovem despareceu na madrugada da última quinta-feira (2), quando a embarcação da Aman, em que ele estava junto a um grupo de alunos e um oficial, afundou na Represa do Funil, em Itatiaia. Todos estavam de coletes salva-vidas, Lucas foi o único dos tripulantes que não sobreviveu.

Em nota o comandado da Academia lamentou a morte do jovem do 3º Ano do Curso de Cavalaria. Segundo a Aman, a família do cadete, que acompanhou as buscas, recebeu apoio psicológico e religioso, desde o momento em que foi constatado o desaparecimento do cadete.

A Academia já tinha instaurado o mesmo procedimento administrativo  em setembro de 2011 , para apurar a morte do  cadete Renan Mendonça Borges Gama, do 3º ano do Curso de Artilharia da Aman (Academia Militar das Agulhas Negras). Ele morreu no dia 24 de setembro, após um treinamento. O jovem chegou a ser transferido para a Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Samer, em Resende.

Três anos antes, a Aman já tinha registrado a morte do também cadete, Maurício Silva Dias, 18 anos. Ele morreu no dia 13 de junho de 2008 de parada cardíaca, depois de juntamente com sua turma, caminhar 24 quilômetros, em treinamento que previa também 60 horas sem dormir.

Além da morte de Dias, dois cadetes tiveram de ser internados supostamente por causa do cansaço.


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8 comentários

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    Se fosse a Familia da encima mesmo !! Amam vive cometendo excessos!! Absurdos os treinamentos e pode observar vários cadetes mortos em treinamento e fora os soldados que não colocaram ai …muitos excessos..entregamos nossos filhos para servir a pátria e eles nos devolvem mortos …Absurdo.

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      athos eichler cardoso

      A carreira militar requer horario sideral, interesse excluivo, risco de vida, insalubridade e outras injunções
      A questão da previdência fala muito nisso.
      É uma carreira de sacrifício, sim!!!
      Os instrutores detectam todas ss possibilidades de acidentes. Todos estsvam de colete salva vidas.
      Vamos averiguar o que houve.

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    Seria bom apurar mas que a apuração chegasse até a população pra que essa saiba o que realmente aconteceu pois o exército é um órgão público tendo com isso a obrigação de vir a público prestar esclarecimento

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    Com certeza tem que dar uma resposta convincente pq se o rapaz estava com colete salva vidas não teria como afundar e assim os outros que estavam juntos logicamente iriam ver que ele estava boiando e iriam resgata-lo. Como resgatou os outros e deixou um pra traz? Eis aí o mistério.

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      Se ele estivesse preso ao bote e o bote afundasse ele ficaria preso ao bote .
      Lá são águas profundas…
      Como ele foi achado?
      Foi nas margens?
      Foi boiando?
      Foi preso ao barco afundado?
      Realmente, há muito para se responder…

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    Exército é um time que treina treina e nunca joga.

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    Ouvir falar que os cadetes estavam amarrados no barco, eles tiveram que se soltar. Provavelmente o cadete que morreu apesar de estar com a bóia, não conseguiu se soltar e afundou junto com a embarcação.
    A aman tem que rever os conceitos de treinamento dela, direto meninos morrendo por bobeira.

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      Se for verdade…
      É treinamento ou teste real de sobreviver?
      E não tinha ninguém de sobreaviso para soltar a pessoa , caso não conseguisse ?
      Estranho…
      O pessoal fala muito…

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