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Angra vai reativar 45 câmeras de videomonitoramento

Matéria publicada em 24 de setembro de 2018, 17:51 horas

 


Sistema de monitoramento contará ainda com a implantação de 44 câmeras de reconhecimento de placas veicular

A Prefeitura de Angra deu mais um passo para ajudar no combate à criminalidade que vem assolando a cidade. Foi assinada hoje (24), no Salão Nobre, a Ordem de Serviço que vai permitir a volta do Sistema de Câmeras de Monitoramento. Ele será formado por 45 câmeras de videomonitoramento, instaladas em diversos pontos da cidade, e ainda contará com uma novidade, a implantação de 44 câmeras de reconhecimento de placas veicular.
Além de colaborar com a segurança pública, o Sistema de Monitoramento vai auxiliar ainda na gestão de riscos de desastres, fiscalização, segurança no trânsito e na gestão urbana. Espera-se que em dois meses o projeto esteja funcionando. Serão 30 dias para o restabelecimento da rede de fibra óptica e mais um mês para a reimplantação de sistemas.
O planejamento e a viabilização do projeto ficaram a cargo da Secretaria Executiva de Planejamento e Gestão Estratégica. Já a coordenação do processo de reimplantação e a operacionalização do sistema será competência da Superintendência Municipal de Segurança Pública.
– É importante frisar que as informações serão gerenciadas por agentes dos órgãos de segurança que compõem o Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) – destacou o secretário executivo de Planejamento e Gestão Estratégica, André Luís, informando ainda que a discussão sobre o protocolo entre as partes já foi iniciada.
Ainda de acordo com o secretário de Planejamento, o município celebrará um convênio com o Estado para a adesão de um Sistema Inteligente de Gerenciamento de Informação.
A ideia é que sejam montadas quatro centrais de monitoramento (uma no Batalhão da Polícia Militar, outra na delegacia, mais uma na Superintendência de Segurança e uma na Polícia Rodoviária Federal). A conjunção de informações continua centralizada no Centro de Gerenciamento de Operações, instalado no prédio da Defesa Civil.
– Já falei que queremos instalar câmeras de placas veicular no Cantagalo, na Serra D’Água e em Mambucaba. Assim as três entradas da cidade contarão com leitura de placa. Também estamos fazendo convênio com a Polícia Rodoviária Federal para que a Polícia Militar, junto com o Proeis e a PRF auxiliem na fiscalização da chegada da cidade. Sabemos que muitas vezes o cobertor da policia é curto e estamos fazendo o que podemos para ajudar – destacou o prefeito Fernando Jordão.
As câmeras de leitura de placas permitirão o controle de acesso de entrada e saída de veículos em toda a cidade, inclusive colaborando no mapeamento de rotas utilizadas pelo tráfico de drogas. Esta novidade possibilitará ainda o monitoramento de veículos que possam estar envolvidos em acidentes, furtos e roubos, danos ao patrimônio público e privado, além de permitir o controle de gestão de tráfego de veículos.
A Câmara Municipal tem sido parceria do Município no combate à criminalidade e foi representada na assinatura do Ordem de Serviço pelos vereadores: Zé Augusto ( presidente), Helinho do Sindicato, Jean, Kamu, Léo Marmoraria e Titi Brasil.
– O prefeito Fernando Jordão não tem medido esforços para ajudar a combater a criminalidade no nosso município. Mas tenho certeza de que com ações como essa Angra dos Reis voltará a ter paz, saúde, educação e segurança – destacou Helinho, líder do Governo na Câmara.
O Presidente do Legislativo, Zé Augusto, frisou que esse é um tipo de investimentos que nenhum político gostaria de precisar fazer, mas que hoje se faz muito necessário diante da violência que se abateu sobre a cidade.
– O prefeito vem fazendo dentro do possível tudo o que pode, implantou o Disque-Denúncia, comprou as viaturas e eu acho que essas câmeras serão o melhor investimento de todos. A Câmara Municipal estará sempre do lado do Executivo para ajudar a expandir essas câmeras de monitoramento – afirmou
O contrato fechado com a empresa vencedora da licitação (Sete Lan Comunicações) tem a validade de 18 meses e vai custar aos cofres públicos R$ 5 milhões.


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