segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

TEMPO REAL

 

Capa / Lazer / As novas super-heroínas do cinema e da TV

As novas super-heroínas do cinema e da TV

Matéria publicada em 26 de novembro de 2018, 09:07 horas

 


Cheguei!: O traje de escamas da Mera em Aquaman

O time das mulheres superpoderosas vai ganhar três novos nomes nos próximos meses. A primeira a brilhar nas telas é Mera, a princesa de Atlântida, que tem papel de destaque ao lado do Jason Momoa, o Aquaman. Na televisão temos a estreia da Batmulher, que vai ajudar o Flash e a Supergirl em mais um daqueles crossovers dos seriados da DC Comics. E no ano que vem teremos a aguardada estreia da Capitã Marvel, Carol Danvers, que, como todos se lembram, foi convocada pelo Nick Fury do Samuel L. Jackson para derrotar o gigante Tanos depois do vexame dos Vingadores na Guerra Infinita.
Mas comecemos pela Mera, que emerge das ondas do mar no filme solo do Aquaman, previsto para chegar aos cinemas no dia 13 de dezembro. Mera é interpretada pela loira Amber Heard, que vimos brevemente nesse papel no filme da Liga da Justiça. Para sua segunda aparição nas telas, Heard tingiu o cabelo com uma cor vermelha. Talvez porque as ruivas estejam na moda, ou para não concorrer com outra loira, a conhecida Nicole Kidman, que aceitou o papel de rainha Atlanna do reino submarino de Atlântida.
Como podemos conferir na foto aí ao lado, o traje da Mera é um colant feito de escamas verdes que deve fazer sucesso nos concursos de cosplay das futuras ComicCons. É claro que para usar uma roupa dessas é preciso ter um corpo de super-heroína, mas esse é que é o espirito da coisa. O trailer do Aquaman já pode ser visto no Youtube, e Mera vem chamar o nosso herói para que ele assuma o seu lugar no reino de Atlântida, impedindo que um rival malvado inicie uma guerra entre o mundo submarino e o mundo da superfície.
Como é de se esperar, num filme moderno de super-heróis, Aquaman tem efeitos especiais fantásticos que criam todos aqueles monstros marinhos que povoam os quadrinhos do personagem.
Na televisão, onde vivem os super-heróis menos cotados, teremos a estreia da Batmulher, na série Elseworlds do The Flash. Ela será interpretada pela atriz Ruby Rose, que trabalhou naquele filme do Megatubarão. Não confunda a Batwoman com a Batgirl, são personagens diferentes apesar de usarem aquela roupa preta dos batheróis. Batgirl é a Bárbara Gordon, filha do comissário Gordon que vive em Gothan City. Já a Batmulher é a ruiva Kate Kane, que vai parar em Star City quando Barry Allen, o Flash e Oliver Queen, o Arqueiro Verde, trocam de identidade devido às maquinações de um super-vilão. Tá meio confuso? É por isso que a Supergirl Kara Danvers, da Melissa Benoist, vai estar lá para consertar tudo.
É claro que a Marvel não ia ficar quieta em meio a essa invasão das mulheres da DC Comics. O filme da Capitã Marvel, com a loira Brie Larson, deve chegar aos cinemas em março de 2019. Será um filme solo, explicando como a aviadora Carol Danvers ganhou superpoderes ao ser abduzida por alienígenas. O que é ótimo já que o nosso planeta Terra vai ficar no meio de uma guerra entre duas poderosas raças de extraterrestres.
Como é costume no mundo dos super-heróis o filme vai introduzir a personagem ao público. Depois ela estará pronta para entrar na briga dos Vingadores, no quarto filme do grupo que só chega aos cinemas no dia 2 de maio de 2019. Conhecido por enquanto como Vingadores 4, o filme ainda não tem título, mas sabe-se que deve ser uma continuação do Vingadores 3 – A guerra infinita. Que deixou muitas crianças chorando com a morte (temporária) de personagens como o Homem Aranha.
A Marvel pode ser rival da DC Comics, mas vive se inspirando nos personagens da editora do Superman. Não é mera coincidência que a Capitã Marvel seja loira e tenha o sobrenome Danvers. Como a sua rival, a Supergirl, que atende pelo nome de Kara Danvers quando esta no planeta Terra.


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)

Um comentário

  1. Anderson dos Santos Costa

    Acho legal quando aparecem super heroínas originais que fazem sucesso. Não é machismo, pois o que público quer são boas histórias, seja lá qual for o gênero, raça ou orientação sexual dos heróis.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

Untitled Document