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Atlético-MG bate o Botafogo e se garante no G-6

Matéria publicada em 1 de dezembro de 2018, 22:49 horas

 


Belo Horizonte (MG) – Nos últimos sete jogos, cinco vitórias, um empate e apenas uma derrota. O revés foi apenas neste sábado (01), por 1 a 0 para o Atlético-MG, quando o Botafogo já não tinha mais grandes objetivos no Campeonato Brasileiro. Da ameaça de descenso a uma vaga na Sul-Americana.

Já para os mineiros, a partida foi com a cara do Atlético. Poderia ser mais fácil, a equipe teve chances de marcar, mas não conseguiu e deixou a situação muito tensa. Mas no fim, a vitória apertada garantiu sua vaga na Copa Libertadores em 2019.

A equipe que mais ficou na sexta colocação neste torneio, garantiu justamente a última vaga na Libertadores na próxima temporada. O Galo chegou aos 59 pontos. O duelo no Rio de Janeiro também era movimentado e o Atlético-PR conseguiu um bom resultado, chegando a 57 tentos. A equipe paranaense pode chegar ao torneio pela Copa Sul-Americana.

A vitória atleticana foi construída no primeiro tempo, com gol de Cazares aproveitando cruzamento de Emerson. O Galo ainda teve chances, mas não conseguiu. Na etapa complementar, o Botafogo ficou próximo de empatar, mas não conseguiu.

A equipe mineira entra de férias agora e volta as atividades no dia 3 de janeiro, na Cidade do Galo.

 

 

O jogo

Aos 3 minutos do primeiro tempo, o Galo chegou com bastante perigo. Após cobrança de escanteio, o Botafogo se salvou duas vezes em cima da linha.

O confronto, no entanto, ficou bastante travado no meio campo. Isso porque o Botafogo não chegava com qualidade e o Galo tinha problemas para na saída de jogo, não conseguindo fazer a situação de jogo de forma organizada.

Aos 17 o Galo inaugurou o marcador. Em ótima jogada pela direita, do lateral-direito Emerson, o cruzamento na linha de fundo encontrou Cazares, na área para mandar para o fundo das redes.

Após o gol, o Botafogo tentou buscar mais o jogo, mas não tinha qualidade suficiente para entrar trocando passes, e abusava dos cruzamentos na área. O Galo tinha mais tranquilidade, afinal de contas, o resultado já era favorável.

Aos 24 minutos no Independência, a torcida fez festa por um acontecimento no Rio de Janeiro. O Flamengo marcou com Rodopho, tento que atrapalha o Atlético-PR.

Aos 31 o Galo voltou a chegar com perigo. Em jogada na esquerda, Chará cruzou para Ricardo Oliveira e a bola saiu pela linha de fundo.

O Atlético-MG passou a jogar nos contra-ataques. O Botafogo, sem nada a perder, buscou o ataque querendo o empate. O Galo passou a apostar nos contra-ataques. A melhor chance nesta situação ocorreu aos 48: em cruzamento de Luan, Chará aproveitou a chance na área, mas mandou pra fora.

A etapa complementar voltou mais lenta. O Galo tinha dificuldades para criar, e chegava menos. Isso era explicado, em alguns momentos, pela ausência de homens no ataque.

A partida passou a ficar perigosa para o Galo. A equipe demonstrava uma ansiedade – até certo ponto desnecessária – e o Atlético-PR virou o jogo no Rio de Janeiro. Ou seja: a vitória era de grande necessidade.

O técnico Levir Culpi tirou Elias e colocou José Welison na equipe. O objetivo era deixar a equipe mais confiável defensivamente, algo que não aconteceu. O Galo corria riscos e não conseguia agredir mais.

O Atlético passou a ser duramente ameaçado após os 30 minutos e o Botafogo teve claras chances de empatar. A principal nos últimos minutos e a bola saiu após tirar tinta da trave.

 

 

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)

Data: 1 de dezembro de 2018 (Sábado)

Horário: 19h (de Brasília)

Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)

Assistentes: Kléber Lucio Gil (Fifa-SC) e Neuza Ines Back (Fifa-SC)

Gols: Cazares, aos 17 minutos do primeiro tempo (Atlético)

Cartões: Emerson, Leonardo, Elias (Atlético); Yuri (Botafogo)

ATLÉTICO-MG: Victor; Emerson, Léo Silva (Gabriel), Iago Maidana e Fábio Santos; Adilson, Elias (José Welison) e Cazares; Luan, Chará e Ricardo Oliveira (David Terans)

Técnico: Levir Culpi

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Marcinho, Marcelo Benevenuto, Igor Rabello e Moisés; Matheus Fernandes, Gustavo Bocheca (João Paulo); Yuri (Ezequiel), Marcos Vinícius (Leandrinho); Rodrigo Pimpão e Kieza

Técnico: Zé Ricardo

 


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