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Atraso na erradicação dos lixões compromete a saúde pública, meio ambiente e economia

Matéria publicada em 24 de novembro de 2020, 09:24 horas

 


São Paulo- Desde 2014, lixões a céu aberto deveriam ter sido erradicados nos municípios de todo o país, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) instituída pelo governo federal em 2010.

Porém, quando chegamos à expiração do prazo, 60% das prefeituras não haviam cumprindo a determinação, encaminhando anualmente 30 milhões de toneladas de resíduos para locais inadequados, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Nos últimos anos, a produção de lixo cresceu três vezes mais rápido que o número de habitantes, das 5.570 cidades brasileiras, quase metade não tem um plano integrado para o manejo do lixo. Este grande desafio deverá ser assumido e enfrentado pelos prefeitos eleitos este ano, já que o governo estendeu o prazo da erradicação para 2021.

Os danos causados pelo descarte incorreto em lixões são inimagináveis, pois sempre desencadeiam novos problemas não somente para o meio ambiente e a saúde pública, mas para os cofres públicos que somam um prejuízo anual de mais de R$ 3,6 bilhões, valor gasto para reverter danos ambientais e tratar dos problemas de saúde causados pelos impactos negativos dos resíduos.

Fonte Portal Saneamento Básico*


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