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Barra Mansa tem queda no número de casos de dengue e chikungunya

Matéria publicada em 20 de julho de 2020, 17:59 horas

 


Além de ações preventivas, período de quarenta e maior cuidado da população pode ter contribuído para reduzir índice

Ações preventivas são realizadas em bairros e no Centro de Barra Mansa
(Foto: Arquivo)

Barra Mansa – Embora os esforços da Secretaria da Saúde de Barra Mansa estejam voltados ao controle da pandemia do novo coronavírus, equipes do Programa de Combate ao aedes aegipty, da Vigilância em Saúde Ambiental, também estão trabalhando de forma intensa para controlar os casos de dengue e chikungunya no município. Neste ano, se comparado com 2019, essas doenças tiveram uma queda significativa e, segundo o coordenador da Vigilância Ambiental em Saúde, Antônio Marcos Rodrigues, o objetivo é manter o baixo índice de casos até o final do semestre.
Em um balanço feito pelo setor de Epidemiologia, Rodrigues informou que neste ano, até o momento, o município teve 50 casos notificados de dengue e apenas oito confirmados. No ano passado, no entanto, somou-se um total de 200 casos notificados e 30 confirmados. Já a chikungunya, que foi acentuada em 2019, com 200 notificações e 181 caos confirmados, neste ano registrou apenas cinco notificações e um caso confirmado.
– Essa queda no número de casos de dengue e chikungunya foi muito importante neste momento, em que os hospitais precisam de leitos e profissionais disponíveis para atender aos pacientes vítimas da Covid-19. Nossas equipes estão nas ruas orientando, fazendo vistorias e eliminando focos do aedes aegipty, mas também podemos associar a queda dos casos de ao período de quarentena, quando muitas pessoas ficaram em suas casas, tendo mais tempo para cuidar de seus quintais e eliminar os focos do mosquito. Isso, com certeza, fez a diferença e ajudou a diminuir os índices – disse o coordenador da vigilância.
Ainda de acordo com o ele, as palestras de conscientização nas associações de moradores, escolas e igrejas no final do ano passado e já neste ano, antes da pandemia também contribuíram de forma positiva para o controle da proliferação do aedes no município. Com a chegada do segundo semestre, que na reta final é marcado pelo período de chuvas, Rodrigues afirmou que a meta da vigilância é manter a conscientização da população com relação aos cuidados, para que esses índices não venham a crescer.
– Uma parcela da população ainda precisa se conscientizar que a dengue e chikungunya ainda existem, embora o foco nos últimos meses tenha sido o coronavírus. Temos seis equipes, com 78 agentes de campo, e nosso objetivo é manter os trabalhos de prevenção e orientação junto à população – completou o coordenador.

Por Roze Martins


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2 comentários

  1. O Brasil continua ,assim povo não é obrigado a nada, sem compromisso e obrigações. Onde queremos chegar!

  2. É claro que não há mortes por dengue, etc…só por covid.

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