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Batalhões da PM do Rio virarão Polícia de Proximidade até 2018

Matéria publicada em 14 de julho de 2015, 07:57 horas

 


Novos policiais serão integrados ao batalhão (foto : Fernando Frazão/ Agência Brasil)

Novos policiais serão integrados ao batalhão (foto : Fernando Frazão/ Agência Brasil)

Rio – Todas as 55 unidades operacionais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) serão transformadas em batalhões ou companhias de Polícia de Proximidade até 2018, seguindo o modelo implantado no Grajaú, zona norte do Rio, em fevereiro. O plano foi detalhado hoje pelo comandante-geral da corporação, coronel Alberto Pinheiro Neto, em uma reunião na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

De acordo com o coronel, o processo não envolve apenas a construção de novos prédios, mas sim uma nova doutrina de serviços. “Se nós estamos diminuindo os índices criminais mas a população continua com um medo subjetivo, levar a polícia para as proximidades tende a acabar com isso”. De acordo com o coronel, isso já foi feito nos anos 1950 quando existia a polícia de quarteirão.”Vamos retornar o policial para o quarteirão e verificar se ele está fazendo o trabalho dele”.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro está acompanhando o trabalho no Grajaú para verificar a eficiência do modelo. As 38 unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) também integrarão essa nova filosofia. O relações públicas da Polícia Militar, Coronel Frederico Caldas, explicou que os 6 mil novos policiais que começam a integrar a corporação a partir do próximo semestre – que serão aprovados no concurso em andamento – vão inaugurar um novo curso de formação. A expectativa é que a partir de agosto já tenhamos a primeira turma de 500 policiais ingressando e a partir daí um cronograma de inclusão de aproximadamente 500 policias por mês”.

Além da polícia de proximidade, o direcionamento estratégico da PM inclui a construção da nova sede administrativa onde hoje funciona o Batalhão de Choque, no centro, a construção da escola profissional no complexo de ensino já existente no Sulacap, na zona oeste, e a construção do Comando de Operações Especias. De acordo com o coronel Caldas, a localização estratégica do local, próximo à Linha Amarela, à Linha Vermelha e ao acesso ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Galeão-Tom Jobim vai revolucionar o emprego das tropas especiais no estado. “Isso vai representar para a polícia uma capacidade de mobilização maior”, disse.

As informações são da Agência Brasil.


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4 comentários

  1. A PM tem é de acabar e urgente. Ao invés de mudarem para Polícia de Proximidade por que não mudam para Polícia Civil e Guardas Municipais??

  2. Mais uma decisão de gabinete e “jogando para torcida”, o que não poderia se esperar diferente de alguém nomeado pelo governo do estado.

    A polícia pode até prender, mas nossas fracas leis fazem desde o ladrão de supermercado, passando pelo que agride a mulher, até o político corrupto, todos, sem exceção, estarão soltos em pouco tempo (isso se condenado), aumentando a sensação de insegurança e impunidade.

    No Brasil, o crime compensa !!!

  3. Tem uns aí que trabalham para eles no dia que esta de serviço!

  4. Tem que verificar se estão fazendo o trabalho mesmo, pois saem pra rua, mais na verdade vem pra casa.

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