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Bolsonaro defende preservação ambiental e desenvolvimento econômico

Matéria publicada em 22 de janeiro de 2019, 14:57 horas

 


Brasília- O presidente Jair Bolsonaro fez hoje (22) sua estreia internacional, ao discursar por 6 minutos e 36 segundos na abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Ele reiterou que o Brasil vive um novo momento sem nortear suas escolhas em viés ideológico, com respeito a valores e em defesa da abertura do mercado econômico. “Temos o compromisso de mudar a nossa história.”

No discurso, o presidente destacou a importância de o mundo acreditar no Brasil. Ele não mencionou reformas, mas afirmou que vai reduzir tributos no país. Bolsonaro reiterou a determinação de avançar economicamente.

Ele defendeu a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC), sem entrar em detalhes, mas destacando a necessidade de aumentar as trocas internacionais. Acrescentou que o esforço do governo federal será para colocar o Brasil entre os 50 melhores países para fazer negócios.

O presidente reiterou que vai se empenhar para reduzir a pobreza e a miséria no Brasil por meio da educação. Segundo ele, outro esforço é para combater a corrupção e aumentar a segurança pública. Bolsonaro convidou os presentes para que visitem o Brasil. “Estamos de braços abertos”, disse. “Quero um mundo de paz, democracia e liberdade.”

Ele reafirmou sua determinação de manter a harmonia entre o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente e a biodiversidade. “Nossa missão é avançar na compatibilização da preservação” e do “desenvolvimento”. “Queremos que o mundo restabeleça a confiança em nós.”

O presidente lembrou como foi sua campanha eleitoral, gastando pouco, com tempo reduzido de televisão e “sendo atacado”. Destacou que “montou uma equipe” sem ingerências político-partidárias. No discurso, citou os nomes dos ministros Sergio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).


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4 comentários

  1. Como os hipócritas usam o nome de Deus como muleta das suas canalhices.

  2. Até na Suiça? Alguém precisa avisar ao Sr. Bolsonaro que ele já é o presidente e que, portanto, a campanha eleitoral já acabou. Aliás o PSL nunca apresentou um programa de governo após o início da propaganda eleitoral e por isso o então candidato à presidência fugiu dos debates na TV. Depois disso foram 2 meses de transição de governo e mais 3 semanas no Planalto e só ficam na mesma tecla da previdência que só dará resultado a longo prazo, sem nada saber para os 4 anos de mandato. O barriga do povo tem pressa.
    Abre o olho capitão, que o general está de prontidão. E o sucesso vai ser a marchinha “Chegou o general da banda… Mourão, mourão, catuca por baixo que ele vai…”

  3. Ele terminou o discurso dizendo que o lema do governo será: “Deus acima de tudo!”, isso é bom, pois na época do PT era “Lula acima de tudo!”…

    • Chegando ao Brasil, terá que fazer sua cirurgia e depois dá um ponto final
      no caso do filho, se tiver que punir , que o faça.
      Foi eleito devido a mudar a forma de fazer politica, tem que fazer o dever de casa
      na sua casa.
      Doe a quem doer.

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