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Cineasta de Volta Redonda é editor em filme exibido na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Matéria publicada em 27 de janeiro de 2022, 14:09 horas

 


Bruno se formou o ano passado em comunicação áudio visual, com especialização em cinema, pela UFF – Foto: Divulgação.

Volta Redonda- A cidade de Volta Redonda estará sendo representada na noite desta quinta-feira, dia 27, pelo cineasta Bruno Teodoro, na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais.

O jovem Bruno Teodoro, de 28 anos, se formou o ano passado em comunicação áudio visual, com especialização em cinema, pela UFF (Universidade Federal Fluminense), em Niterói, no meio da pandemia.

Este ano, Bruno participou como editor montador do longa Maputo Nakuzandza, sob a Direção de Ariadine Zampaulo.

O Filme estreia nesta quinta-feira, 27, às 22h, na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais.

https://mostratiradentes.com.br/filme/maputo-nakuzandza/

O jovem que trabalha bastante com edição, realizou como seu primeiro trabalho depois da pandemia, o desenvolvimento de um edital da Prefeitura Municipal de Volta Redonda, onde mostra o cotidiano de moradores da Vila Santa Cecília, através de imagens do local.

https://youtu.be/wchLTnGmJ94

O filme da Mostra de Cinema de Tiradentes

Também atenta à geografia, Ariadine Zampaulo, em Maputo Nakurandza (RJ), faz uma crônica, uma incursão poética pelas ruas de Maputo, Moçambique, com uma modernidade narrativa (intensa e fragmentária) como raramente vemos no cinema atual.

A câmera vai mapeando a cidade e criando vínculos com os personagens que atravessam o filme, criando sutis narrativas, nesse filme que se faz em um gesto de conhecer um lugar e suas pessoas, sua luz e seus sons, sua ordenação possível e seu caos. O seu trabalho documental-narrativo é uma fina linha que vai sendo tecida entre diferentes núcleos de interesse, as ondas do rádio que conectam seus personagens imersos em um cotidiano fabular, espectral e poético. Nessa miríade narrativa a diretora faz intervenções performáticas que evocam a ancestralidade como a dimensão do invisível que sustenta o imaginário daquele lugar ainda em embate com a violência colonial.

 

 


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