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Comprar pela internet é opção para consumidor que evita aglomerações

Matéria publicada em 3 de dezembro de 2021, 18:00 horas

 


Com variedade de produtos, plataformas de comércio eletrônico têm atraindo cada vez mais quem foge de lojas cheias nessa época do ano

Sul Fluminense – Faltando menos de um mês para a chegada do Natal, muitos consumidores que nos últimos meses optaram pelas compras on-line, devido a pandemia pelo novo coronavírus, vão optar em garantir os presentes dessa época por meio de sites de compras ao invés de lojas físicas. E prova disso é que uma pesquisa realizada por uma empresa nacional de consultoria apontou que para o Natal deste ano a alta esperada para compras pela internet deve chegar a 30%, representando um montante de R$ 3,3 bilhões, em vendas previstas entre os dias 10 a 24 de dezembro.
Desde o começo da pandemia a contadora keila dos Santos Machado, de 40 anos, tem priorizado as compras do dia a dia pela internet e ela afirma que 80% dos presentes e lembrancinha de familiares e amigos, para este Natal, já foram escolhidos em sites de compras; “Eu até gosto da movimentação do comércio, nesta época do ano, mas, infelizmente, não podemos dar bobeira com esse vírus. Por isso, para evitar ficar em lojas cheias, além de perder tempo escolhendo o presente, já comprei a maioria das coisas pela internet e com preços ainda melhores”, disse a contadora.
A auxiliar administrativa Daniela Cristina de Oliveira, de 37 anos, é outra que também fez as compras de Natal pela internet, onde, segundo ela, hoje em dia é possível encontrar muita diversidade de produtos e com a possibilidade maior de parcelamentos das compras. Ela, que se diz “viciada” em uma plataforma de comércio eletrônico asiática, que chegou ao Brasil em 2019, explica que já comprou brinquedos, artigos para festa, para casa, roupas, calçados, acessórios, entre outros, nos últimos meses.
“Nos próximos dias, embalada pelo clima de festas, de comércio movimentado, eu posso comprar alguma coisa de última hora, nas lojas físicas. Mas, na minha lista de amigos e familiares, todos os presentes, do mais baratinho ao mais caro, eu comprei tudo pela internet. Grande parte foi nessa plataforma com o sistema de marketplace, onde os vendedores se cadastram para vender seus produtos em condições mais atrativas, com preços mais baixos e o melhor: com frete grátis”, ressaltou Daniella.
O metalúrgico Rafael Cruz, de 38 anos, é outro que pegou gosto em comprar produtos pela internet e que, neste Natal, também está dando preferência para o comércio eletrônico De acordo com ele, os presentes de toda família e até do amigo oculto, com a equipe de trabalho, estão sendo comprados pela internet,.
“Comprei livros e perfume para a minha esposa, o celular que meu filho pediu, e todas as lembrancinhas para os sobrinhos, meus pais e outras pessoas mais próximas. Até antes da pandemia eu encarava lojas cheias, nesse período que antecede o Natal, mas agora descobri a facilidade e a comodidade da internet e compro tudo por lá, onde ainda encontro descontos maiores do que no comércio”, pontuou CRUZ.
De acordo com a economista Paloma de Lavour Lopes, pelo o que aponta algumas pesquisas e indicadores, as compras de Natal deste ano devem ficar divididas, no entanto, com um percentual maior para as lojas online, se comparadas com as físicas .”O que a gente observa é que esses marketplaces diversificaram demais seus portfólios e facilitaram muito a vida das pessoas para comprar online. O comércio eletrônico caiu no gosto dos consumidores e eu acho que isso é uma via sem volta”, disse a economista.

Por Roze Martins, exclusivo para o DIÁRIO DO VALE


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