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Confronto com tiros volta a aterrorizar Rocinha

Matéria publicada em 1 de outubro de 2017, 16:46 horas

 


Depois da visita de Secretário de Segurança no sábado, domingo foi novamente de confronto

Rio – A comunidade da Rocinha, situada na zona sul da capital fluminense, foi agitada neste domingo (1º) pela manhã por um breve confronto na Rua 1, com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPCHq) que estão vasculhando o local.

A informação é da assessoria de imprensa da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Não foi relatada a ocorrência de vítimas nem de feridos na troca de tiros.

Segundo a corporação, mais de 500 policiais militares atuam em 15 pontos de cerco e 14 pontos de contenção no interior da comunidade, além do patrulhamento das tropas especiais. Considerada uma das maiores favelas da América Latina, a Rocinha conta também com bases avançadas do Comando de Operações Especiais (COE) e do Comando de Polícia Pacificadora (CCP).

Tiros na CDD

Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, zona oeste do Rio de Janeiro, foram atacados a tiros no domingo (1º) quando se dirigiam para a troca de turno das equipes na base Quadras.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, não houve confronto porque os agentes não revidaram os tiros. Nenhum policial ou morador que se encontrava próximo do trajeto ficou ferido, disse a assessoria.

Também hoje pela manhã, houve confronto a tiros na Rua 1, na comunidade da Rocinha, com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPCHq), que continuam vasculhando o local, informou a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). A assessoria de imprensa da corporação não forneceu, contudo, mais detalhes sobre a ação. Não houve relato de mortos nem de feridos.

Uma viatura blindada da PMERJ esteve posicionada durante a manhã, na entrada do valão, na Rocinha.


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