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Delegação brasileira que viajou ao Líbano retorna ao país

Matéria publicada em 15 de agosto de 2020, 13:34 horas

 


Beirute foi devastada por uma grave explosão no porto da cidade

Brasília – Os integrantes da comitiva brasileira que viajou ao Líbano na última quarta-feira (12) chegaram há pouco a Brasília. Segundo a Força Aérea Brasileira, os dois aviões em que a delegação viajou, um KC-390 Millennium e um VC-2 (Embraer 190), deixaram a capital libanesa, Beirute, no início da tarde de ontem (14) e pousaram no Distrito Federal pouco depois das 9 horas de hoje (15), tendo feito paradas técnicas para reabastecimento no percurso.

Chefiada pelo ex-presidente da República Michel Temer, que é filho de libaneses, a delegação acompanhou o transporte de seis toneladas de alimentos e medicamentos que o Estado brasileiro doou ao Líbano. A doação, de caráter humanitário, visa a ajudar a população libanesa, minimizando as consequências de uma grave explosão ocorrida no último dia 4, em um armazém da região portuária de Beirute, onde cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio estavam armazenadas.

O total de mortes em decorrência da força da explosão que destruiu a região com a força de uma bomba já passa de 100. Além disso, o porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país. Com a explosão, restaram reservas de grãos suficientes para alimentar a população, de cerca de 6,8 milhões de habitantes, por menos de um mês.

Além de seis toneladas de alimentos, medicamentos e insumos básicos de saúde (antibióticos, corticoides, analgésicos, ataduras, seringas, cateteres, máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares), o Brasil doou mais 4 mil toneladas de arroz que estão sendo transportadas para o Líbano a bordo de navios. Com a comitiva brasileira viajaram peritos brasileiros em explosões e incêndios que permanecerão no país até o fim do mês, ajudando as autoridades locais e identificando outras situações em que o Brasil possa ajudar.

Além de Temer, que ontem (14) se reuniu com o primeiro-ministro interino do Líbano, Hassan Diab, integraram a delegação brasileira os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, entre outros membros nomeados pela Presidência da República.

 

As informações são da Agência Brasil *


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3 comentários

  1. Avatar
    CARLOS MAGNO DE OLIVEIRA

    Quando será que vão prender o Temer, seu capanga lavador de dinheiro da corrupção coronel Lima e o seu assessor que estava com a mala com 500 mil reais do temer? Bolsonaro protege bandidos e saqueadores da nação, todos iguais!

  2. Avatar

    Leio em “Notícias de Aviação ” que boa parte da ajuda ao Líbano não pôde ir no avião modelo KC-390 da aeronáutica brasileira, fabricado pela Embraer, por causa do excesso de pessoas a bordo. Isso é a mais pura demonstração de que esse governo que está aí e os seus militares, de compromissados com a redução de gastos não têm nada. O que querem é voar pelo mundo às nossas custas.

  3. Avatar

    Foram ao Líbano pra quê? Levar ajuda na forma de alimentos ou medicamentos, não exige a presença de tanta gente, mais ainda a presença do Temer, indivíduo de triste memória para o país, bastando, para tanto, o piloto e o copiloto do avião cargueiro.

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