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Escolas podem receber até R$ 150 milhões em auxílio

Matéria publicada em 18 de agosto de 2020, 07:53 horas

 


Escolas poderão receber recursos do governo do estado (crédito Alerj)

Rio de Janeiro – As escolas particulares localizadas no estado do Rio de Janeiro podem receber até R$ 150 milhões em linhas de crédito. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (17), durante reunião no Palácio Tiradentes entre o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), o secretário estadual da Casa Civil, André Moura e representantes de escolas particulares de educação infantil e de sindicatos.

A reunião ocorreu com o intuito de buscar um entendimento entre os representantes do segmento, que estão há 150 dias sofrendo com os efeitos das escolas fechadas, tais como desistências de matrícula e inadimplência, e de construir um consenso entre as secretarias de Saúde, de Educação, da Casa Civil e a Agência Estadual de Fomento (AgeRio).

No encontro, ficou acordado que a Casa Civil vai atuar, junto com a Alerj e AgeRio, para buscar linhas de crédito para as unidades em situação crítica. “Vamos buscar um entendimento para uma solução viável para esta questão”, afirmou Ceciliano, acrescentando que o grupo deve fazer uma nova reunião no próximo dia 31 para acompanhamento da questão. Para o secretário André Moura, é importante buscar a liberação das linhas de crédito o mais rápido possível. “O objetivo é avançar nessa pauta iniciada hoje, para que essas negociações possam seguir dentro dos critérios para a liberação de recursos”, ponderou.

O secretário de Saúde, Alex Bousquet, disse que está sensibilizado com as dificuldades que as escolas particulares estão passando, mas que o momento ainda é delicado. “É preciso ter cautela, já que ainda não está preciso o comportamento do vírus em crianças”, alertou. Ele falou da importância dos critérios que a pasta está adotando para respaldar esse retorno e que há uma equipe de trabalho em parceira com outros órgãos trabalhando para a reabertura. O secretário mencionou que está aberto a sugestões e que o principal é buscar esse entendimento.

Claudia Jordão, representante das escolas, fez um apelo para que as autoridades olhem com bastante cuidado para esse momento e para a categoria. “Fizemos cursos de capacitação pela Prefeitura, seguindo os protocolos sanitários e as regras de ouro implementadas pelo comitê científico”, acrescentou. Secretário estadual de Educação, Pedro Fernandes ponderou que é preciso ter cuidado com este momento. “O que está sendo discutido é se o Estado tem condições de retomar estas atividades sem colocar a vida das pessoas em risco. É preciso priorizar a saúde e fazer essa retomada de forma mais segura, obedecendo todos os critérios apontados pela Secretaria de Saúde”, afirmou Fernandes.

Presente ao encontro, o deputado Márcio Gualberto (PSL) ressaltou a importância de socorrer as escolas. “O risco de falência e desemprego pode agravar, e trazer uma repercussão negativa e uma crise financeira ainda maior para o estado do Rio”, alertou. Participaram da reunião ainda os deputados Márcio Pacheco (PSC) e Márcio Canella (MDB); além do superintende da Vigilância Sanitária da Prefeitura do Rio, Flávio Graça.


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6 comentários

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    O roubo não é nas escolas e sim dos políticos que surrupiam a verba da escola. .

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    Escola particular não é pra rico.

    Classe média.

    Mas dinheiro públicos é para escola pública.

    Grande maioria dos pais das particulares seguem pagando pelas aulas on-line.

    Os que estão reclamando são os donos das escolinhas de jardim de infância, as creches.

    Pois os pais tiraram e estão pagando uma pessoa para ficar com o filho.

    Creche não está tomando conta e nesse momento é inviável.

    O melhor é pagar alguém e ficar em casa.

    Menos risco para família, para a criança e para a sociedade.

    Pois crianças transmitem umas para as outras, mesmo sem sintomas e vão transmitir para seus famíliares.

    Devemos reduzir ao máximo o número de pessoas que a criança terá contato.

    É uma pandemia.

    Pandemia é guerra.

    É dar graças a Deus por sobreviver.

    O normal não voltará , antes de uma vacina.

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    Quando tem lucro, os ganhos são dos empresários mas uma vez na vida diminuíram os lucros querem que pagamos as perdas, foi isso que entendi ?

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    Esse dinheiro deveria ser utilizado nas escolas públicas. Lembrando que em algumas cidades não há aulas on line devido a falta de equipamentos e formação técnica dos docentes.

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    Tem que investir é na escola pública que não tem condições nem estrutura para dar um ensino de qualidade . Escola particular é pra rico ,eles que banqueiro o prejuízo!

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