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Mãe faz campanha para comprar leite especial para bebê de três meses

Matéria publicada em 5 de fevereiro de 2020, 08:09 horas

 


Suzanne, de apenas três meses, está internada no Hospital Regional, e precisa de um leite específico para receber alta

Volta Redonda- Renata dos Santos Damaciano, moradora do bairro Vale Verde, iniciou uma campanha de solidariedade nas redes sociais em prol da sua bebê Suzanne dos Santos Souza, de apenas três meses, diagnosticada com acidose metabólica.

O bebê precisa de se alimentar com um leite especial, porém a quantidade e o valor do leite é acima do orçamento da família, composta por Renata, seu companheiro e os cinco filhos, incluindo Suzane. A mãe informou que o bebê precisa no mínimo de oito latas por mês, pois deve consumir 90 ml, oito vezes por dia, e cada lata custa em torno de R$ 250,00.

A criança está internada desde o dia 12 de dezembro do ano passado, no Hospital Regional do Médio Paraíba Doutora Zilda Arns, em Volta Redonda. Ela foi diagnosticada com quadro de desnutrição, desidratação e baixo peso. A mãe explicou que Suzanne passou por uma série de exames até ser diagnosticada com acidose metabólica, quando a pessoa tem mais ácido no sangue do que o normal.

– Suzanne chegou ao hospital com desnutrição, desidratação, diarreia e baixo peso. O diagnóstico da acidose causou a intolerância a lactose e ela só receberá alta hospitalar se consumir um leite específico. Não estamos conseguindo por meio da prefeitura, por isso estou pedindo ajuda de todos – disse Renata.

Interessados em ajudar a família, entrar em contato pelo telefone: (24) 99861-9647, ou depositar uma quantia em dinheiro pela conta da Caixa Econômica Federal: agência – 4018, tipo de conta – 013, número – 00031539-8.

Sem o leite específico, Suzanne terá que permanecer internada no hospital
(Foto: Renata Damaciano)

 


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7 comentários

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    Minha filha já esteve internadas nesse hospital e tomei trauma daquele lugar, sabe com é o problema dra, naquela UTI ali, as famílias são tratadas de qualquer jeito, os familiares tem que ficar indo correndo atrás dos médicos pra pedir informações sobre seus filhos,l. Eles esquecem que ali tem famílias que estão sofrendo juntos. Muito provável que é o caso dessa família. Não tiveram a informação correta, o hospital é bom, mais a equipe deveria trocar tido mundo, principalmente a chefe da enfermagem e a médica responsável.

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    Capeta da grota do Santa cruz

    A Sra tem RAZAO pois depender dos trâmites judiciais pode penalizar quem mais precisa e não tem nada a ver com isso. Apoiadissima.

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    Por favor, antes de escreverem uma reportagem, informem-se com um médico sobre os diagnósticos dados. Não existe “acidose metabológica”, mas sim acidose metabólica e esta é causada por alguma doença e não é o diagnóstico definitivo desta paciente. Além disso, intolerância à lactose é totalmente diferente de alergia à proteína do leite de vaca o que, de fato, é a causa desta paciente necessitar do Neocate, uma fórmula hidrolisada. Passar a informação é necessário, mas tb é primordial passá-la da forma correta. E espero que esta família consiga através da justiça, o custeio das fórmulas para esta bebê.

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    Capeta da grota do Santa cruz

    Fica a dica. Façam o mesmo e que consigam na justiça esse direito.

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    Capeta da grota do Santa cruz

    O Ministério Público (MP) em Santarém, no oeste do Pará entrou com uma ação judicial contra o Estado e o Município para garantir o fornecimento de leite especial para 11 crianças com idade entre sete e oito meses, que foram diagnosticadas com alergia.

    A ação, de autoria da titular da promotoria de Direitos Constitucionais – Saúde e Educação do MP, Lilian Braga, foi movida depois que os pais procuram o leite no sistema púbico de saúde e tiveram o pedido negado.

    De acordo com o MP, as onze crianças foram diagnosticadas com alergia alimentar múltipla, em especial, à proteína do leite de vaca e por conta disso necessitam fazer uso de fórmulas à base de hidrolisado de aminoácidos, presentes em cinco marcas diferentes de leite disponíveis no mercado. O medicamento custa em média R$ 150, o que dificulta o tratamento para as famílias que tem crianças com problemas alérgicos.

    Devido o alto custo do tratamento, os pais procuraram o leite no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Secretaria de Saúde de Santarém (Semsa) e a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), mas tiveram o pedido negado, o que motivou a instauração pela promotoria. O MP expediu ofícios às secretarias de saúde solicitando as fórmulas especiais de necessidade dos pacientes.

    Conforme o MP, a falta do leite especial está causando problemas nas crianças, como vômitos, diarreias, perda de peso, falta de apetite, entre outros. Para a promotora Lilian, está claro a gravidade da patologia e o alto risco à saúde dos pacientes. A promotoria ressalta ainda que “a ausência de previsão das fórmulas especiais na lista de medicamentos do SUS não possui o condão de inviabilizar o pleito”.

    A ação elenca o número de latas necessárias a cada paciente, o período de fornecimento e o tipo de leite, todos com comprovação em laudo médico. Para uma das crianças, de oito meses de idade, há necessidade de 75 latas do leite especial a cada 60 dias. Outro caso é de dois irmãos com a mesma patologia, um de dois anos e outro de sete meses de idade, que necessitam de 60 latas mensais a alimentação dos dois.

    Ainda segundo o MP, o Estado e o Município tem um prazo de 90 dias para apresentar um levantamento e análise dos motivos pelos quais está ocorrendo o aumento de demanda de solicitação de insumos com a fórmula para tratamento dos casos de alergia alimentar múltipla, para que seja feita a orçamentária adequada. No caso de descumprimento da medida, o MP sugere multa diária no valor de R$ 15 mil.

    Em resposta para todos os casos, o Estado do Pará limitou-se a informar que os produtos não foram incorporados às tecnologias do SUS, sendo possível somente o fornecimento por meio de determinação judicial. O município de Santarém comunicou que “o referido leite não faz parte do elenco de medicamentos da Farmácia Básica”, sem maiores esclarecimentos.

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    Gente, será que alguém informou a essa família que indo ao ministério público ela será atendida em caráter emergencial e a justiça confisca o valor da conta da Prefeitura?

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      Renata dos santos damaciano

      Já fui levei o laudo medico receita esplicando ke minha filha ta enternada e eles mandarao volta dia 18 pra pega o numero do processo ou seja tenho ke aguarda pra ve os procedimentos da justiça e acho ke ja esperei de mais

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