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Filho de empresário pode ter sido vítima de latrocínio, acredita delegado

Matéria publicada em 15 de junho de 2020, 15:32 horas

 


Corpo de Renan foi encontrado no domingo (14), boiando no Rio Paraíba do Sul (Foto: Redes sociais)

Volta Redonda – O delegado titular da 93ª DP (Volta Redonda), Victor Arthur Tuttman Diegues, não descartou nenhuma hipótese para justificar a morte de Renan Júnior Ferreira, de 29 anos, sendo uma delas latrocínio (roubo seguido de morte), já que o veículo que a vítima dirigia quando desapareceu no dia 7 deste mês, ainda não foi localizado.

O corpo de Renan foi encontrado no domingo (14), boiando no Rio Paraíba do Sul, próximo a ponte de pedestre que dá acesso a usina da CSN, pela margem esquerda do rio.

Victor também não descartou a possibilidade de Renan ter sido vítima de homicídio e seu corpo ter sido jogado no rio.

O delegado disse que, por enquanto, não pode revelar detalhes sobre o assassinato, para não atrapalhar as investigações policiais.

– Estamos desde esse fim de semana diligenciando na tentativa de localizar e prender os criminosos – disse Victor.

O pai de Renan, o empresário Cláudio Ferreira dos Santos, disse que agora a polícia tem que fazer o trabalho dela. “A polícia está com material suficiente para pegar os autores desse crime”.

Renan trabalhava no setor operacional da empresa Grupo Cacau e morava na Vila Mury, em Volta Redonda.

Outro caso

O delegado também investiga o desaparecimento de Breno Afonso Silva de Oliveira, de 20 anos, que completa nesta segunda-feira (15), nove dias. Ele é morador no Retiro, também em Volta Redonda.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Breno pode ser transmitida por meio dos telefones: 08000 – 260 667 (Disque Denúncia do 28º Batalhão da PM), 197 (93ª DP) ou pelo celular 99869-3591 (mãe de Breno).

Breno Afonso Silva de Oliveira está desaparecido há nove dias (Foto: Redes Sociais)

 


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